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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A I R B U S S . A . S .

A I R B U S S . A . S .
"Airbus Société par Actions Simplifiée"

Clique nos links abaixo para saber tudo sobre cada modelo da Airbus:

A-300/A-310 - A-318/A-319/A-320/A-321 - A-330 - A-340 - A-380

A então Airbus Industries, surgiu da necessidade de se produzir uma aeronave bijato para 250 passageiros em média. Havia demanda e não havia opção, assim algumas indústrias aeronáuticas européias se associaram e fundaram a Airbus Industries (consórcio francês, alemão, inglês e espanhol).

O Airbus A/300B, com 226 passageiros, foi lançado (projeto) ao mundo em 1969, no Salão Aeronáutico de Paris e, em 1971 a primeira aeronave ficou pronta. O seu primeiro vôo foi em Outubro de 1972. A Air France foi a primeira cliente da empresa, encomendando 06 (seis) A-300B2 para 250 passageiros.

Em 1975 a Airbus tinha 55 aeronaves compradas por três empresas estrangeiras e 10% (dez por cento) do mercado mundial à época, para esse tipo de aeronave. O A-300B4 entrou no mercado norte-americano através da Western Airlines, que adquiriu 04 (quatro) unidades. O crescimento foi rápido e a Airbus terminou 1979 com 256 aeronaves encomendadas por 32 empresas, sendo que 81 já estavam em serviço regular por 14 companhias.

Em Julho de 1978 a Airbus lançou o A-310, inicialmente configurado para 218 passageiros. Um pouco menor, mas com maior raio de ação e tanques maiores. O A-320 foi apresentado em 1984 e a família veio a seguir (A-321 em 1989 - para 180/200 lugares, o A-319 para 120 em 1992 e finalmente em 1999, o A-318, o menor de todos, para 107 lugares). Os primeiros clientes do A-320 foram Air France, British Caledonian, Adria Airways, Air Inter e Cyprus Airways. Essas aeronaves menores fazem muito sucesso e são as principais responsáveis pela fatia de mercado atual da empresa. Posteriormente vieram o A330 e o A340, aviões intercontinentais de grande porte, e por fim o novíssimo A380, maior aeronave do mundo atualmente. Ambos têm grande autonomia de vôo e boa capacidade de carga. A versão cargueira é fabricada apenas no A330 (A330F), que é bijato e mais econômico que o A340, mas possuindo excelente autonomia, mesmo com limite máximo de carga.

O último projeto da Airbus foi apresentado em dezembro de 2000 (o A-380), que foi certificado apenas em 2008 e, após diversos testes entrou em operação comercial no 3º trimestre de 2009. Com 550 lugares e autonomia para 14.800 Km é a maior aeronave já construída pelo homem até hoje. A versão cargueira tem capacidade para 150 toneladas e 10.410 Km de vôo non-stop.

A Airbus, em Julho de 2001, efetuou uma mudança em sua estrutura, passando a ser uma empresa apenas, e não um consórcio de empresas, com o nome de Société par Actions Simplifiée - S.A.S., com efeito retroativo a Janeiro de 2001. A companhia continua sediada em Toulouse (França) e com bases na Alemanha, Grã-Bretanha e Espanha. Ela tem como subsidiárias, a EADS - European Aeronautic Defense and Space Company e BAE Systems, ambas com base no Reino Unido - num consócio entre a Matra (França), CASA (Espanha), Daimler-Chrysler Aerospace of Germany (Alemanha) e BAE Systems (Inglaterra). A BAE Systems possui 20% das ações da Airbus e as demais 80% do seu capital.

Hoje são mais de 1.500 de fornecedores de 27 países - sendo 800 dos Estados Unidos - e 100.000 componentes diferentes fornecidos. Até 31.12.2009 a empresa já havia vendido 9.409 aeronaves, sendo que 5.937 foram entregues e, destas, 5.657 continuam voando. Possui em carteira 3.472 encomendas. Emprega 52.000 pessoas de 50 nacionalidades em 16 locais diferentes na Europa (até dezembro/2009). O atual Presidente da companhia é Thomas Enders. Em 2003, pela 1ª vez, tornou-se a maior fornecedora mundial de aeronaves comerciais, superando a Boeing Company (norte-americana), mesmo feito a companhia conseguiu em 2009. Ainda em 2009 a Airbus faturou US$ 60,55 bilhões (3,8% a menos do que em 2008, queda que a empresa atribuiu à valorização do Euro em relação ao Dólar Norte-Americano - as aeronaves são cotadas e negociadas em US Dólar) e entregou 498 jatos comerciais - recorde absoluto na sua história.

F Á B R I C A S :

Toulouse - Blagnac, França - Escritório central (sede)
Toulouse - Colomiers, St. Martin, França - Fábrica de parte das aeronaves (todas) e customização (A330/340)
Toulouse - St. Elois, França - Fábrica de componentes das turbinas com ligas de titânio
Méaulte, França - Responsável pela junção da cabine com o restante das aeronaves
Nantes, França - Produz avançados materiais, incluindo fibras de carbono e junção da seção central
Saint-Nazaire, França - Constrói a frente da fuselagem e seções centrais de todas aeronaves
Hamburgo, Alemanha - Linha de montagem final do A318, A319 e A321 e preparação do interior de todas aeronaves (inclusive A380), à exceção do A330/340. Também produz e insere todas as fuselagens e efetua os testes dinâmicos.
Stade, Alemanha - Centro tecnológico dos estabilizadores e partes móveis das asas
Brémen, Alemanha - Centro de produção de pequenas peças metálicas e complemento final do A-330/340/380.
Filton, Reino Unido - Centro de projeto das asas de todas aeronaves bem como a junção da seção traseira do A321.
Broughton, Reino Unido - Fábrica onde são incorporadas as asas do A319/320/321 e seus sistemas móveis
Getafe, Espanha - Compostos e máquinas, além da ponta da aeronave são produzidas em Getafe. A junção das pontas (HTP) também é feita aqui, bem como sua integração aos tanques de combustíveis e as portas dos trens de aterrissagem.
Illescas, Espanha - Partes de fibra de carbono para o HTP de todas aeronaves e os elevadores para o A340/600.
Puerto Real, Espanha - Produção das portas laterais e elevadores do A310/330/340, os boxes do HTP central do A330/340.

SUBSIDIÁRIAS (FILIAIS):
China
Japão
Estados Unidos
Oriente Médio (Dubai)

ESCRITÓRIOS:
Bruxelas (Bélgica)
Dubai
Dublin (Irlanda)
Moscou (Federação Russa)
Cingapura (Cingapura)
Sidney (Austrália)

CENTROS DE TREINAMENTOS:
Beijing (China)
Toulouse (França)
Miami (Estados Unidos).

Até 31.12.2009 foram fabricadas 816 A-300/A-310, sendo que 607 ainda estão em operação (fabricação desativada). Da família A-318/319/320/321 foram fabricadas 4.076, 4.014 estão em operação e existem encomendas para mais 2.391, elevando o total para 6.467 aeronaves. Dentre as aeronaves de longo curso (A-330/A-340/A-350), chamadas "widebodies", cerca de 1.025 foram entregues, 1.016 estão em operação e mais 899 estão encomendadas, elevando o total a 1.924. As demais aeronaves tiveram 202 unidades vendidas. A última aquisição de 2009 foi da empresa chilena LAN, que adquiriu 20 novos A-320. O maior operador Airbus do hemisfério sul é a empresa brasileira TAM - uma das maiores do mundo em número de aeronaves Airbus. (Clique nos links no início desta página para maiores detalhes).

Confira um quadro comparativo com todas as aeronaves comerciais a jato ==> CLIQUE AQUI


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A V I A Ç Ã O

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W E B J E T L I N H A S A É R E A S


História:

A WebJet Linhas Aéreas é uma empresa aérea brasileira que opera no conceito low cost low fare (baixo custo, baixa tarifa). Sua sede está localizada na cidade do Rio de Janeiro e atualmente pertence ao Grupo CVC, maior operadora e agência de turismo do Brasil. Iniciou suas operações aéreas em julho de 2005, inicialmente entre o Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Guarulhos), Brasília, Porto Alegre e Florianópolis.

Em novembro de 2005, a companhia pediu ao Departamento de Aviação Civil (DAC), antigo órgão responsável pela concessão de linhas aéreas no Brasil, entre outras atribuições, para cancelar temporariamente suas operações. Isto ocorreu em razão de que até novembro os seus vôos não conseguiram obter 35% de ocupação, em parte por uma guerra tarifária deflagrada pela Gol, Varig e TAM. Apesar da Webjet ter recorrido a esse mecanismo só no final de novembro, os sinais da sua crise e da dificuldade para se manter no ar começaram a ser percebidos em outubro, quando a empresa ficou três dias sem operar nenhum de seus 26 trechos.



O BOEING 737.300 (SÉRIE 36Q), PP-VJM, FABRICADO EM 1997, ENTROU EM OPERAÇÃO NA WEBJET EM 28.04.2009 - AQUI FOTOGRAFADO EM BRASÍLIA (DF). (CRÉDITO/FOTO: FERNANDO TOSCANO - 11.04.2010).

Ao final de dezembro do mesmo ano, a empresa entrou com um pedido na Secretaria de Direito Econômico para averiguar se a Gol e a TAM abaixaram seus preços propositadamente para prejudicar suas operações com práticas anti-concorrenciais (dumping). O sonho da companhia era encerrar 2005 com novas rotas, uma nova aeronave em operação e o transporte de 500 mil passageiros. Os planos da Webjet foram prejudicados pela acirrada disputa travada no setor aéreo.

No dia 17 de janeiro de 2006 foi anunciada a venda da companhia a um grupo de empresas ligadas ao setor de transporte interestadual de passageiros e de turismo - o Grupo Águia e Grupo Jacob Filho. O Grupo Águia, presidido por Wagner Abrahão, tem várias empresas ligadas ao setor de viagens, como a Stella Barros (nome fantasia da Assetur), Top Service (logística de viagens), Synergy (viagens corporativas), Pallas (turismo esportivo), Planeta Brasil (turismo receptivo) e Gap One, que consolida passagens aéreas para as agências de viagens. Já o Grupo Jacob Filho possui mais de 20 empresas de ônibus espalhadas pelo país. Entre as empresas do grupo estão a Util (União Transporte Interestadual de Luxo), Expresso Guanabara e Viação Normandy. Com a mudança da composição acionária, a Webjet passou a ser presidida interinamente por Geraldo Souza Pinto, que já foi diretor de Operações da VARIG. Ele é irmão de Fernando Pinto, ex-presidente da TAP, Rio Sul e VARIG.

Na reorganização da companhia esta retomou voos, inicialmente fretados, entre o Rio de Janeiro e Porto Alegre, ampliando depois para Fortaleza, Natal, Porto Seguro e Florianópolis. No dia 02 de maio de 2006 a empresa recomeçou a operar regularmente entre o Rio de Janeiro e Porto Alegre, passando logo a seguir também a servir regularmente Curitiba e Salvador. Após rever sua estratégia de apostar em vendas somente pela internet, as passagens passaram a ser comercializadas também por operadores de turismo, agentes de viagens e acordos corporativos, ampliando, assim, o load factor (ocupação das aeronaves) para 72%, número considerado alto. Em 01 de novembro de 2006 a Webjet começou a operar sua segunda aeronave com a inauguração de vôos para Belo Horizonte, atendendo o Aeroporto da Pampulha pela manhã e o Aeroporto Tancredo Neves - Confins, durante à tarde.

A CVC, maior operadora de pacotes turísticos do país, então deu um passo concreto para ter voos próprios ao comprar a companhia aérea Webjet por cerca de R$ 45 milhões. A operadora quis reduzir sua dependência por vôos de companhias aéreas regulares e a Holding CVC fechou a aquisição de 100% das ações da Webjet em 25 de junho de 2007. Até então, a companhia aérea era controlada pelos empresários Jacob Barata Filho e Wagner Abrahão, com 32,5% e 46,3% das ações, respectivamente, e por um fundo capitaneado por Mauro Molchansky, que detinha o restante do capital.

Com a Holding CVC no comando, a empresa aérea passou a voar regularmente também para Natal, Brasília, Fortaleza, Ilhéus e Porto Seguro. Nesse período a empresa também começou a operar quatro vezes por semana para Brasília, ligando a capital federal a Curitiba e Porto Alegre, além do Rio de Janeiro - que já operava antes.



O BOEING 737.300 (SÉRIE 36Q), PP-VJM, NA ÁREA REMOTA DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA. (CRÉDITO/FOTO: FERNANDO TOSCANO - 11.04.2010).

A empresa começou a operar o seu terceiro Boeing 737.300 em 21 de dezembro de 2007 - este utilizado para voos diários no nordeste do Brasil, atendendo novas cidades como Recife e Maceió. A quarta aeronave, do mesmo modelo, entrou em operação em 10 de fevereiro de 2008, auxiliando a compor a freqüência de voos nas rotas já operadas pela empresa. A empresa passou a crescer rapidamente, incluindo novas cidades nas suas rotas e passando a ter receita média de R$ 39 milhões ao mês já em 2008. Em julho de 2008 a Webjet, com oito aeronaves Boeing 737.300, tinha 3,17% do mercado e em dezembro, com mais três aeronaves a empresa já atinge 3,67% de market share, atendendo a 13 cidades com 11 aeonaves Boeing 737.300. A companhia fechou 2008 com 974.437 passageiros transportados, 14.473 voos realizados, 67% de aproveitamento, 19.757 horas voadas, 12.767.382 km voados e velocidade média das suas aeronaves de 646 km/hora, se consolidando como a 6ª maior do país, após TAM, Gol, VARIG, OceanAir e Trip, e, à frente da Azul e outras menores. Entretanto, a empresa ainda operou no vermelho, contratando muitos funcionários, adquirindo aeronaves, peças de reposição e toda a logística em consequência disso.

A Webjet Linhas Aéreas comunicou, no dia 13 de fevereiro de 2009, que o executivo José Wagner Ferreira, com larga experiência no mercado de aviação, assume a presidência da companhia aérea.Wagner atuou, durante 25 anos, na Vasp, onde chegou à vice-presidência, e, de 2000 à 2009 esteve no mesmo cargo na TAM. O administrador Paulo Enrique Coco, que vinha exercendo a presidência da companhia desde março de 2006, desliga-se do cargo após relevantes serviços prestados à Webjet. Nesse período, foi responsável por comandar desde o retorno das operações regulares da companhia, em maio de 2006, até a aquisição da empresa pelo Grupo CVC, em 2007.

Em 2009 a empresa diminuiu o número de cidades servidas de 13 para 10, concentrando seus voos entre o Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), São Paulo (Guarulhos), Belo Horizonte (Confins), Brasília, Curitiba, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador, acrescentou 10 novas aeronaves com configuração para 142 assentos (+ 90,9%) e se consolidou definitivamente como a 3ª maior companhia aérea do país, após a TAM e a GOL/VARIG, que se uniram. Até 15 de junho de 2010 a Webjet operava 20 aeronaves Boeing 737.300 - todas adquiridas usadas, em bom estado, fabricadas entre 1987 e 1999 (vieram principalmente da Indonésia, Índia e Oriente Médio). Os prefixos vão desde o PR-WJA até PR-WJT.

Site da WEBJET: www.webjet.com.br - Central de atendimento eletrônico: falecom@webjet.com.br.


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A V I A Ç Ã O

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V A R I G

Conheça aqui a frota completa da VARIG

HISTÓRIA:

A Varig foi criada em 07 de maio de 1927 pelo piloto da força aérea alemã Otto Ernst Meyer. Sua primeira aeronave foi um hidroavião Dornier Wal que iniciou as operações da empresa na "Linha da Lagoa" ligando Porto Alegre à cidade do Rio Grande. Aos poucos foi ampliando sua frota e suas rotas, principalmente nas décadas de 40 e 50 a empresa contou com um estrondoso crescimento. Foram adquiridos os primeiros Boeing 707 e os jatos franceses SE-210 Caravelle.



A LENDÁRIA PINTURA DA VARIG PERMANECEU EM ALGUMAS AERONAVES ATÉ O FINAL DOS ANOS 90. NA FOTO ACIMA O BOEING 767.341ER (PP-VOI), NO AEROPORTO DE BARAJAS (MADRI), EM 08 DE SETEMBRO DE 1995.

Na década de 70, chegaram os primeiros jatos 727-100, 737-200 e DC-10-30, que foram introduzidos nas rotas intercontinentais da empresa. Já na década de 80 recebeu seus primeiros 747-200 que primeiramente foram colocados nas rotas para Nova Iorque, Los Angeles e Tóquio. A Varig foi a única companhia aérea brasileira a operar o Jumbo.

Nos anos 90 a empresa começou a adquirir novas aeronaves, como os Boeing 737-300, 767-200ER, 767-300ER e MD-11, para substituir os modelos mais antigos, como os Electras II da ponte aérea, os 727-100 e os quadrirreatores 707. Nesta época a empresa lança suas novas rotas: Orlando, Washington, Atlanta, Hong Kong e Bangcoc.



O BOEING 737.800, SÉRIE 8ASW, PP-VBA, ENTROU EM SERVIÇO, NA VARIG, EM 12.10.2007. NA FOTO, EM ARACAJU, EM 14.03.2010. (CRÉDITO: FERNANDO TOSCANO / PORTAL BRASIL).

Em 1997 a empresa se juntou com outras cinco empresas internacionais, formando a Star Alliance, em um acordo que visa basicamente oferecer vários benefícios aos usuários. Hoje já são mais de 10 empresas associadas, entre elas: Air Canada, Air New Zealand, ANA, Ansett Australia, Austrian Airlines, British Midland, Lauda Air, Lufthansa, Mexicana de Aviación, SAS, Singapore Airlines, Thai, Tyrolean Airlines, United Airlines. Além destas empresas o Grupo Varig é composto pela Rio Sul, Nordeste e Pluna.

Com a forte crise que abalou o mercado internacional em 1997 a Varig viu-se obrigada a reestruturar sua área operacional, organizacional e financeira. A frota foi reduzida em 14 aeronaves, sendo retirado de serviço os Boeing 747 e os McDonnell Douglas DC10-30. Contudo a oferta de assentos foi reduzida em 20% nos vôos internacionais e em 17% nos domésticos. Em 1999 a Varig recebeu o prêmio de Melhor Companhia Aérea da América Latina, Central e Caribe e também da Melhor Transportadora de Carga Aérea das Américas no Século 20.

Hoje, a pioneira VARIG - primeira empresa de avião comercial do Brasil - é uma empresa pequena que, entretanto, ostenta números que a consagram como uma das líderes do mercado mundial: Ao longo de mais de 78 anos de existência transportou mais de 210 milhões de passageiros, voou mais de 7 milhões de horas, realizou mais de 2 milhões e quinhentos mil vôos e seus aviões deram cerca de 115 mil voltas ao redor da terra. Entretanto, no início do século XXI, quase esteve à falência tendo devolvidas dezenas de aeronaves, milhares de funcionários foram demitidos e foi adquirida, em abril de 2007, pelo grupo Gol, voltando a operar em condições bem inferiores às anteriores perdendo, de longe, a condição de principal empresa aérea brasileira.



BOEING 737.800 (SÉRIE 8EHW), PREFIXO PP-VBF, FABRICADO EM 2008, AQUI FOTOGRAFADO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA EM 11.04.2010 (CRÉDITO FOTO: FERNANDO TOSCANO)

Entre 2005 a VARIG transportou 13.268.869 passageiros, obtendo a 2ª posição no período, no Brasil, caindo para 3º em 2006. Ainda em 2005 a empresa voou 275.484 horas em 196.263.251 quilômetros à média de 712 km/hora. A empresa, agora controlada pela GOL, cancelou, no início de 2008, suas rotas para Londres, Roma e Frankfurt e planeja, em breve, cancelar também as para Paris, Madri e Cidade do México, se concentrando seus esforços na América do Sul e rotas internas já que os vôos transcontinentais não estavam lucrativos e ainda há o risco da liberação das tarifas, o que diminuiria a margem das empresas principalmente em função com as grandes concorrentes européias (Ibéria, British Airways, Air France, Alitália, KLM, Lufthansa, TAP Air Portugal, etc).

A VARIG HOJE:

A VRG Linhas Aéreas S.A., que opera a marca VARIG, foi adquirida em abril de 2007 pela GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (GLAI), holding controladora da GOL Transportes Aéreos. Em 2008, ainda operando separadamente e apenas em rotas no Brasil e América do Sul, a empresa obteve bons números: 20 aeronaves (01 Boeing 767.300, 10 Boeing 737.800 e 09 Boeing 737.700), 164.755 horas voadas, 104.906.362 quilômetros voados - a uma velocidade média de 637 km/h, 8.717.299 passageiros transportados, 188.565.999 toneladas quilômetros de carga transportada e 103.457 voos realizados, se consolidando como a 3ª maior empresa brasileira naquele ano. Até 15 de junho de 2010 a companhia já contava com mais 03 Boeing 767.300, totalizando 23 aeronaves (04 B767.300, 01 B767200, 09 B737.800 e 09 B737.700). A GOL vem utilizando seus Boeing 767 em voos internacionais para o Caribe (veja mais detalhes sobre a VARIG no texto sobre a GOL).



O BOEING 737.800 (SÉRIE 8ASW), PREFIXO PR-VBC, ENTROU EM SERVIÇO NA EMPRESA EM 10.11.2007 - AQUI FOTOGRAFADO, EM ARACAJU (SE), EM 14.03.2010, POR FERNANDO TOSCANO (PORTAL BRASIL).


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V A S P

História:

A VASP - Viação Aérea São Paulo -, foi fundada em 04 de Novembro de 1933, por 72 empresários que tomaram a decisão de subscrever o capital inicial. Em 12 de Novembro do mesmo ano, 8 dias após, a empresa começou a operar efetivamente. Os dois primeiros aviões da empresa, foram os ingleses bimotores Monospar, batizados numa cerimônia simples no Campo de Marte, em São Paulo. Eles tinham capacidade para três passageiros e tiveram como madrinhas, a Dª Olívia Guedes Penteado que batizou o VASP-1 (denominado Bartholomeu de Gusmão) e a Dª Antonieta Caio Prado que batizou o VASP-2 (denominado Edu Chaves).



Vickers Viscount V.827 prefixo PP-SRD da VASP, aqui fotografado no Rio de Janeiro em Julho de 1973


As duas rotas iniciais foram São Paulo - Rio Preto, com escala em São Carlos e São Paulo - Uberaba, com escala em Ribeirão Preto. Cada um fazia três frequências semanais em cada rota - eram os primeiros vôos regulares da empresa. Mas a empresa crescia e os pequenos Monospar não davam conta do recado. Logo depois foi adquirido um De Havilland Dragon, com capacidade para dois tripulantes e oito passageiros, que tinha 8 metros de comprimento e 18 metros de envergadura. Era o maior avião a operar no país em campos de pouso terrestre (os demais eram hidroaviões).

A VASP precisava investir, o aeródromo Campo de Marte precisava de uma reforma - as enchentes e outros problemas dificultavam a operação de aviões maiores. Acionado o Governo do Estado de São Paulo, a VASP conseguiu que ele se interessasse pela empresa e o interventor Armando Salles de Oliveira, vislumbrou na companhia um ótimo negócio para o futuro e resolveu investir nela. Foi assim, que o Governo do Estado subscreveu 21 milhões de cruzeiros em ações, passando a deter 91,6% do capital da VASP - agora estatal. Paralelamente, esse mesmo governo, desapropriou uma grande área no Parque de Congonhas e iniciou a construção do Aeroporto de São Paulo, onde hoje está localizado o Aeroporto Internacional de Congonhas.

Construída a primeira pista e levantada provisoriamente uma edificação para servir como estação de passageiros, a VASP mudou imediatamente para o novo aeroporto, que passou a ser chamado durante muito tempo de "Campo da VASP". O novo campo virou atração turística e o dono de uma fazenda próxima, abriu uma estrada de chão batido dentro de sua propriedade a que chamou de Auto-Estrada Washington Luís e passou a cobrar pedágio de 400 réis por pessoa, para quem quisesse chegar até perto do aeroporto para ver os aviões




BOEING 737.200, PREFIXO PP-SMH, NO PÁTIO REMOTO DO AEROPORTO DE BRASÍLIA EM 29.12.2005


No final de 1935, contando com um campo mais adequado, de pista maior e já com infra-estrutura melhor, a empresa comprou o mais moderno avião de passageiros da época, o Junker JU-52, fabricado na Alemanha. Tinha a capacidade para três tripulantes e 17 passageiros, tinha grande autonomia de vôo e atingia 250 km/hora. Nesta época a empresa decidiu voar também para o sul (já voava para o oeste) e também já estava decidido voar para o Rio de Janeiro. Em meados de 1936 chegaram mais dois novos Junker de uma encomenda total de oito, ampliando muito os horizontes da empresa. Os dois novos aviões, batizados de "Cidade de São Paulo" e "Cidade do Rio de Janeiro", entraram logo em serviço entre Rio de Janeiro e São Paulo, com um vôo diário em cada sentido. A viagem durava 1 hora e 40 minutos, depois foi reduzida a pontuais 1 hora e 15 minutos - uma viagem de trem no mesmo percurso, quando não ocorria atrasos era de 15 horas e as estradas para carros praticamente não existiam. Estava assim, inaugurada, verdadeiramente, a ponte-aérea Rio-São Paulo.

Dois anos mais tarde, em 1938 chegou o terceiro Junker da encomenda de oito, e suas rotas chegavam agora a todos os estados da região sul, enquanto o De Havilland Dragon, fazia vôos para Goiânia. Os Junkers JU-52 eram trimotores (nas asas e no bico) e tinham 18,9 metros de comprimento por 29,25 metros de envergadura. Foram os primeiros a chegar no Brasil equipados com sistemas para vôos com instrumentos, os chamados "vôos cegos" e vieram acompanhados por três comandantes alemães que deram uma contribuição bastante valiosa para a aviação comercial brasileira.

Chegava o final de 1939, quando estourou a II Guerra Mundial e a VASP, como todas empresas do setor, sofreram graves problemas, pois suas aeronaves de maioria alemã, não teriam mais peças de reposição. A VASP não teve outra alternativa a não ser começar a fabricar suas próprias peças de reposição, que contava com a valiosa ajuda do Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT. As peças produzidas eram de tal perfeição e qualidade que começaram a ser exportadas para outros países da América Latina, iniciando-se assim, a exportação de peças aeronáuticas produzidas no Brasil.

Assim que terminou a II Guerra Mundial, a VASP encomendou à fábrica norte-americana Mc Donell Douglas (hoje absorvida pela Boeing), novos aviões Douglas DC-3. Apesar da guerra, a VASP havia se planejado. Eram aeronaves extremamente resistentes e muito testadas durante a segunda guerra mundial, expandindo suas rotas então para o norte e nordeste do país. O DC-3 tinha capacidade para 28 passageiros e era equipado com duas turbinas de 1.200 HP cada uma. Aos poucos os valiosos Junker JU-52 foram sendo substituídos pelos DC-3, chegando a VASP em determindo período a possuir 28 dessas aeronaves.

Na década de 50, a VASP já era uma das maiores empresas aéreas do país e resolveu modernizar sua frota com novas e modernas aeronaves Scandia A-90, produzidas na Suécia. Era o primeiro fabricado no pós-guerra, destinado ao uso de passageiros. Era um bimotor com 1.650 HP de potência em cada motor com capacidade para 36 passageiros e autonomia de 5 horas de vôo a uma velocidade máxima de 330 km/hora. Essas aeronaves chegaram a fazer 15 (quinze) vôos diários entre o Rio de Janeiro e São Paulo. E justamente com esses aviões, a VASP começou a voar, em 1957, para a nova capital em construção - Brasília, onde a primeira coisa a ser construída foi uma pista para pousos e decolagens.




Douglas MD-11 da VASP, em Toronto, Canadá - 25.10.1999


Em 11 de Novembro de 1958, a VASP começou a operar os turbohélices ingleses Vickers Viscount, com quatro reatores de 2 mil HP cada, capacidade para 56 passageiros e seis tripulantes, cabina pressurizada, música a bordo e 600 km/hora. Com esses Viscount, a VASP iniciou suas linhas regulares para Brasília. A companhia também foi a primeira a efetuar rotas Rio de Janeiro - Manaus, em apenas um dia de viagem, utilizando essa aeronave. Posteriormente a VASP operou o Viscount 701, o Viscount 827, Convair e o YS-11 "Samurai" japoneses. O Viscount foi o primeiro avião a jato a voar no Brasil (não de jato puro, mas sim turbohélice).

Em 1962, a VASP assumiu o controle do Grupo Lloyd, constituído pelo Lloyd Aéreo Nacional, Navegação Aérea Brasileira, Lemke S.A. (empresa especializada em revisão de motores) e a Transportes Aéreos Bandeirante. Essa operação, considerada muito vantajosa para a empresa, custou cerca de Cr$ 600 mil à época. Com essa compra a VASP recebeu toda frota de aviões que pretencia ao grupo Lloyd que era constituída de oito DC-4 de quatro motores, quatro DC-6, seis DC-3 e 13 Curtiss Comander C-46. A empresa passou a servir, 72 cidades de 21 estados e dois territórios, respondendo por mais de 25% de todo tráfego aéreo interno no Brasil.

A impressionante expansão da demanda que ocorreu no Brasil no final dos anos 60, obrigou a VASP a comprar dois BAC One Eleven modelo 400, puro jato, de fabricação inglesa. Eles entraram em serviço em dezembro de 1967 e voaram pela empresa até 1973. Em novembro de 1973, a VASP iniciou os vôos com a aeronave brasileira EMB-110 Bandeirante, fabricados pela Embraer, num total de 10 (dez) aeronaves.

Os primeiros Boeing voados pela VASP foram os Boeing 737-100, que iniciaram seus vôos no país em 1969 (5 aeronaves, com capacidade para 109 passageiros - de prefixos PP-SMA, SMB, SMC, SMD e SME). Até 1973 a VASP já voava com nove B-737 em vôos internos. Entretanto, um estudo desenvolvido pela VASP demonstrava que as turbinas perdiam rendimento onde a temperatura média era bastante elevada e a sustentação oferecida pelo ar era bem menor, criando problemas para a estabilidade do avião. Baseado nesses estudos, a Boeing alterou suas aeronaves que receberam turbinas mais potentes, sistemas de freios mais adequados e outras modificações de menor porte. Surgia o Boeing 737.200 Super Advanced, especialmente para atender ao mercado brasileiro aos países tropicais. Em 1976, a VASP era uma das maiores operadoras do mundo de B-737, num total de 22 aeronaves - a maior frota da América do Sul para esse tipo de avião.



AIRBUS A300, B-737.2A1 Adv. E B-737/300 DA VASP PARADOS NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS, SÃO PAULO - 06 DE MAIO DE 2005 -
AO FUNDO OBSERVA-SE UM DC-8F E UM B-707F DA EMPRESA CARGUEIRA SKYMASTER E AO LADO UM B-727/200 DA EXTINTA FLY LINHAS AÉREAS - Crédito: Fábio Laranjeira


Em 1975, a VASP adquiriu os novíssimos Boeing 727-200 Super, com capacidade para 152 passageiros e alta performance. Eram trijatos e faziam rotas densas e algumas longas como São Paulo-Brasília-Manaus. Um pouco depois, em 1977, a VASP desativou os YS-11A Samurai.

A VASP queria mais e após diversos estudos entre os novos B-767, 757 e Airbus A-300, a empresa optou por esse último modelo, adquirindo três do modelo A-300/B4-200, que foram entregues em 1982 e 1983, aeronaves com capacidade para 234 passageiros em duas classes, de cabina larga "wide-body". Até hoje essas aeronaves continuam em serviço ativo na empresa, com muito sucesso.

Posteriormente, a mudança dos rumos políticos, a necessidade da "desestatização" de empresas com a consequente transferência para a iniciativa privada, mais competitiva e menos burocrática, fez com que a empresa fosse vendida, sendo adquirida pelo Grupo Canhedo, de Brasília, que pelas mãos do Dr. Wagner Canhedo, assumiu a administração da empresa, trazendo consigo administradores de fora do então quadro da companhia. Uma parte do capital foi adquirida pela fundação dos funcionários da empresa, a "VOE". Isso ocorreu em 01 de Outubro de 1990.

A empresa conseguiu autorização para rotas internacionais (iniciou realizando vôos para Seul na Coréia do Sul, Bruxelas na Bélgica e para os Estados Unidos), estando bastante atuante também no mercado de carga aérea, tendo implantado um excelente projeto, denominado de VASPEX, para pequenas encomendas de entrega urgente porta a porta com um custo bastante competitivo. A sede da VASP continua em São Paulo e hoje a empresa vem trabalhando de forma a equilibrar seu passivo - apesar de já ter obtido lucro operacional em 2000 e 2001 - problemas enfrentados por todas as empresas do setor no Brasil e no exterior. Um dos maiores problemas da VASP, que era de faturar em moeda brasileira e dever em moeda estrangeira (dólar), foi em parte regularizado com a implantação dos vôos internacionais e com a estabilização do Real. Entretanto, novamente a empresa viu-se obrigada a retrair para sobreviver e suspendeu os vôos internacionais. Em 2003 perdeu mercado para a GOL e se tornou a 4ª maior empresa aérea brasileira (após VARIG, TAM e GOL).



BOEING 737.200, PREFIXO PP-SNA, JUNTO A AERONAVES DA TRANSBRASIL - AEROPORTO DE BRASÍLIA, 29.12.2005

A VASP paralisou suas atividades em fevereiro de 2005, com intervenção federal em razão de dívidas trabalhistas e fiscais e hoje negocia um retorno as atividades. Quando a companhia paralisou ela possuia uma frota composta por 02 Airbus A300-B2-203, 04 Boeing 737.3L9 (série 300) e 18 Boeing 737.200 de passageiros, além de mais 04 cargueiros, sendo 02 Boeing 737.200F e 02 Boeing 727.200F, num total de 28 aeronaves. Na última semana de maio / 2005 a VASP efetuou o pagamento de R$ 40 milhões de parte de um acordo efetuado com o governo para que volte as operações. Um grupo internacional interessado na companhia vem bancando os acordos. As rotas foram suspensas e parte de sua malha aérea absorvida pela GOL, TAM e VARIG.


Site da VASP: www.vasp.com.br


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T R A N S B R A S I L

História:

Em 05 de janeiro de 1955, foi fundada a então Sadia S.A. Transportes Aéreos. Entretanto o início regular de seus serviços ocorreu no dia 15 de Março do mesmo ano, com 35 funcionários e cinco aviões (três Douglas DC-3 e dois Curtiss Commander C-46), em duas linhas: Joaçaba - Londrina - Baurú - Ribeirão Preto e Joaçaba - São Paulo - Videira - Florianópolis, com três frequências semanais cada uma. Naquela época, haviam 11 (onze) empresas aéreas regulares em funcionamento no país, transportando cargas e passageiros.

Confira abaixo os passos da Transbrasil S.A. Linhas Aéreas, até os dias de hoje:

1959 - O processo de seleção natural e a necessidade de substituir os aviões adquiridos no fim da década de 1940 gradualmente, reduz o número das empresas ativas no setor da avião comercial regular. Agora elas são apenas 7 (Varig, Vasp, Panair, Sadia, Cruzeiro, Sava e Nacional). Mas a Sadia continua crescendo, aumentando sua frota e ampliando suas rotas.

1962 - A Sadia dá um salto quantitativo importante: adquire a empresa "Transportes Aéreos Salvador" e fica assim de posse de 15 bimotores DC-3 e 12 bimotores C-46, com linhas servindo a 53 cidades e 15 capitais.

1967 - A Sadia dá um salto qualitativo, padronizando sua frota com aeronaves de propulsão turbohélice, cabina pressurizada e equipadas com radar metereológico. O modelo escolhido foi o "Dart Herald" - inglês, de asa alta. Assim agindo, a empresa adiantou-se cerca de cinco anos em relação as demais companhias brasileiras de aviação comercial.

1968 - A Sadia abre seu capital e distribui ações entre seus funcionários. Rapidamente adquire a condição de empresa de capital aberto, com mais de 800 acionistas e registro no Banco do Brasil.

1970 - A Sadia coloca em operação o jato bimotor BAC "One Eleven" modelo 500 e, com ele, introduz no Brasil novos padrões de atendimento aos passageiros. Quebra, também, vários recordes mundiais de utilização máxima de aeronaves para curto e médio trajetos.

1972 - A Assembléia Geral da empresa toma duas importantes deliberações: mudar a razão social de "Sadia S.A. Transportes Aéreos", para "TransBrasil S.A. linhas Aéreas" e transferir sua sede para Brasília.

1973 - Outra iniciativa pioneira: a Transbrasil torna-se a primeira empresa aérea comercial a operar o avião nacional "Bandeirante" EMB-110, fabricado pela Embraer, em substituição aos ingleses Dart Herald.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Bandeirante e inicia a devolução dos aviões ingleses.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Boeing 727-100, seguido por outras aeronaves semelhantes, como parte de um amplo programa de reequipamento e modernização da frota. Nesse mesmo ano, o Ministro das Comunicações preside o início oficial da "Rede Postal Noturna", com três jatos da TransBrasil levantando vôo ao mesmo tempo de Brasília para Porto Alegre, de Porto Alegre para Brasília e de Recife para Salvador e Rio de Janeiro.

1975 - Apenas três grandes empresas aéreas sobrevivem: Varig/Cruzeiro (internacional), Vasp (ainda estatal) e a TransBrasil (inteiramente privada e até então apenas para vôos domésticos). Substitui todos One-Eleven por Boeing 727-100, de menor custo operacional e maior rendimento. Enquanto isso, o Departamento de Aviação Civil, cria oficialmente cinco novas empresas de transporte aéreo regional, com finalidade de assegurar a ligação regular entre as capitais e as pequenas cidades do interior. Uma delas, é a Nordeste Linhas Aéreas Regionais, formada com participação acionária da TransBrasil e do Governo do Estado da Bahia, que recebe os bimotores Bandeirante que pertenciam à TransBrasil.

1977 - É inaugurado em Brasília, o novo edifício-sede e hangar da TransBrasil. Quatro jatos Boeing 727-100, pintados com cores representativas das riquezas brasileiras, taxiam, em formação, diante dos convidados. O maior acionista da empresa neste momento é o Comandante Omar Fontana, Diretor-Presidente da companhia.

1978 - A TransBrasil torna-se a maior operadora de jatos Boeing 727 da América do Sul e retira de serviço seu derradeiro BAC One-Eleven 500. A padronização da frota, possibilita atingir novos índices de pontualidade e uniformizar os estoques de peças sobressalentes, reduzindo assim seus custos de manutenção.

A Transbrasil do século XX:

Como todas empresas do segmento de aviação civil, a empresa acumulou grande dívida no decorrer dos últimos anos do século XX. A alta do petróleo, a oscilação do dólar em relação à moeda brasileira, os diversos planos econômicos, que fizeram aumentar e diminuir o volume de cargas e passageiros transportados a todo o momento, levaram a empresa a situação crítica. O Comandante Fontana foi retirado da administração da empresa, o governo interviu na mesma no início dos anos 90 para saneá-la e, atualmente a empresa opera de forma satisfatória, tentando reduzir custos e sair do vermelho.

A empresa operava até o final de Outubro/2001, apenas aeronaves de última geração, possuindo 03 Boeing 767-200, 02 Boeing 767-300ER (longo alcance) e 05 Boeing 737-300, num total de 10 aeronaves de baixo consumo. Isso ajuda no reequilíbro das contas e facilita a empresa a encontrar seu lucro operacional, mas por outro lado deixa a empresa endividada com leasing de valores bastante altos. As rotas para o exterior, principalmente Estados Unidos, facilitaram o equilíbrio do caixa, visto que a mesma anteriormente dependia de moeda brasileira, para pagamento em moeda estrangeira, que eram a grande maioria de suas contas. A Sadia não mantém hoje participação acionária na empresa e nem mesmo ingerência na administração e decisões do conselho de administração.

A entrada no mercado brasileiro de pequenas empresas para vôos charters e também da Gol - Linhas Aéreas Inteligentes, em Janeiro de 2001, que voa sem passivo, modernas aeronaves e menor custo operacional dificultam ainda mais, pois as mesmas podem praticar tarifas mais baratas, já que as mesmas foram liberadas pelo DAC.

A Paralisação da TransBrasil:

Em meados de dezembro de 2001, a TransBrasil encerrou provisoriamente suas atividades. Dificuldades econômicas tais como falta de capital de giro, dívidas e falta de crédito abalaram de forma fulminante a empresa, que era administrada por um genro do Comandante Omar Fontana, mais preocupado com seus próprios negócios como uma mineradora em Minas Gerais e outras atividades pessoais.

A Shell suspendeu o fornecimento de combustível e, como as demais também se negaram a abastecer as aeronaves, a empresa não viu outra forma a não ser suspender seus vôos, por enquanto de forma provisória. A empresa tem cinco meses para voltar a operar e corre o risco de perder diversas de suas rotas, à medida que outras companhias forem solicitando ao DAC - Departamento de Aviação Civil.



AERONAVES DA TRANSBRASIL E DA VASP NA ÁREA REMOTA DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA - 29.12.2005

O leasing das aeronaves estão suspensos e as aeronaves devolvidas. Para piorar a situação a TransBrasil fez uma promoção entre os meses de novembro de dezembro de 2001, concedendo descontos de até 50% nas suas passagens, deixando milhares de passageiros sem outra alternativa - muitos acreditam que foi má fé, visto que a companhia já estava "com seus dias contados". A Gol e o Grupo Varig atenderam milhares de passageiros, mas temendo outro calote também cancelaram essa parceria.

Em 22 de janeiro de 2002, a TransBrasil em nota oficial, informou que o controle acionário da empresa foi adquirido pelo empresário Dilson Prado, proprietário da Fly Brasil, radicado em Goiânia. O empresário pagou o valor simbólico de R$ 1,00 (Hum Real), assumiu R$ 910 milhões em dívidas e se comprometeu a investir perto de US$ 30 milhões para reestruturar a empresa, além de trazer para operação imediata, mais 07 (sete) aeronaves. Mas a operação foi posteriormente anulada com a não concordância da viúva do Comandante Omar Fontana - fundador da companhia. Desde então o consultor de empresas paulista Afonso de Oliva Coelho assumiu a presidência do conselho de administração da empresa e tenta encontrar uma solução para a companhia.

A empresa mantém 03 (três) aeronaves Boeing 767-200 (modelo 2Q4) fora de operação (PT-TAA, TAB e TAC) aguardando definição sobre o seu futuro próximo. A aeronave prefixo PT-TAB foi dada em garantia para a associação dos funcionários da empresa que são credores de algo próximo a R$ 10 milhões em salários atrasados. A empresa tem também, direito a um crédito de ICMS pago a maior em anos passados, da ordem de R$ 380 milhões. Negociações com o Banco Opportunity, para tentar viabilizar a companhia, aparentemente não foram bem sucedidas. Em 2003 a Infraero retomou os hangares e dificilmente a empresa voltará a operar novamente.



ÁREA REMOTA DO AEROPORTO DE BRASÍLIA - DEPÓSITO DA ECT E HANGAR DA TRANSBRASIL COM TRÊS AERONAVES, 29.12.2005


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História:

Em 05 de janeiro de 1955, foi fundada a então Sadia S.A. Transportes Aéreos. Entretanto o início regular de seus serviços ocorreu no dia 15 de Março do mesmo ano, com 35 funcionários e cinco aviões (três Douglas DC-3 e dois Curtiss Commander C-46), em duas linhas: Joaçaba - Londrina - Baurú - Ribeirão Preto e Joaçaba - São Paulo - Videira - Florianópolis, com três frequências semanais cada uma. Naquela época, haviam 11 (onze) empresas aéreas regulares em funcionamento no país, transportando cargas e passageiros.

Confira abaixo os passos da Transbrasil S.A. Linhas Aéreas, até os dias de hoje:

1959 - O processo de seleção natural e a necessidade de substituir os aviões adquiridos no fim da década de 1940 gradualmente, reduz o número das empresas ativas no setor da avião comercial regular. Agora elas são apenas 7 (Varig, Vasp, Panair, Sadia, Cruzeiro, Sava e Nacional). Mas a Sadia continua crescendo, aumentando sua frota e ampliando suas rotas.

1962 - A Sadia dá um salto quantitativo importante: adquire a empresa "Transportes Aéreos Salvador" e fica assim de posse de 15 bimotores DC-3 e 12 bimotores C-46, com linhas servindo a 53 cidades e 15 capitais.

1967 - A Sadia dá um salto qualitativo, padronizando sua frota com aeronaves de propulsão turbohélice, cabina pressurizada e equipadas com radar metereológico. O modelo escolhido foi o "Dart Herald" - inglês, de asa alta. Assim agindo, a empresa adiantou-se cerca de cinco anos em relação as demais companhias brasileiras de aviação comercial.

1968 - A Sadia abre seu capital e distribui ações entre seus funcionários. Rapidamente adquire a condição de empresa de capital aberto, com mais de 800 acionistas e registro no Banco do Brasil.

1970 - A Sadia coloca em operação o jato bimotor BAC "One Eleven" modelo 500 e, com ele, introduz no Brasil novos padrões de atendimento aos passageiros. Quebra, também, vários recordes mundiais de utilização máxima de aeronaves para curto e médio trajetos.

1972 - A Assembléia Geral da empresa toma duas importantes deliberações: mudar a razão social de "Sadia S.A. Transportes Aéreos", para "TransBrasil S.A. linhas Aéreas" e transferir sua sede para Brasília.

1973 - Outra iniciativa pioneira: a Transbrasil torna-se a primeira empresa aérea comercial a operar o avião nacional "Bandeirante" EMB-110, fabricado pela Embraer, em substituição aos ingleses Dart Herald.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Bandeirante e inicia a devolução dos aviões ingleses.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Boeing 727-100, seguido por outras aeronaves semelhantes, como parte de um amplo programa de reequipamento e modernização da frota. Nesse mesmo ano, o Ministro das Comunicações preside o início oficial da "Rede Postal Noturna", com três jatos da TransBrasil levantando vôo ao mesmo tempo de Brasília para Porto Alegre, de Porto Alegre para Brasília e de Recife para Salvador e Rio de Janeiro.

1975 - Apenas três grandes empresas aéreas sobrevivem: Varig/Cruzeiro (internacional), Vasp (ainda estatal) e a TransBrasil (inteiramente privada e até então apenas para vôos domésticos). Substitui todos One-Eleven por Boeing 727-100, de menor custo operacional e maior rendimento. Enquanto isso, o Departamento de Aviação Civil, cria oficialmente cinco novas empresas de transporte aéreo regional, com finalidade de assegurar a ligação regular entre as capitais e as pequenas cidades do interior. Uma delas, é a Nordeste Linhas Aéreas Regionais, formada com participação acionária da TransBrasil e do Governo do Estado da Bahia, que recebe os bimotores Bandeirante que pertenciam à TransBrasil.

1977 - É inaugurado em Brasília, o novo edifício-sede e hangar da TransBrasil. Quatro jatos Boeing 727-100, pintados com cores representativas das riquezas brasileiras, taxiam, em formação, diante dos convidados. O maior acionista da empresa neste momento é o Comandante Omar Fontana, Diretor-Presidente da companhia.

1978 - A TransBrasil torna-se a maior operadora de jatos Boeing 727 da América do Sul e retira de serviço seu derradeiro BAC One-Eleven 500. A padronização da frota, possibilita atingir novos índices de pontualidade e uniformizar os estoques de peças sobressalentes, reduzindo assim seus custos de manutenção.

A Transbrasil do século XX:

Como todas empresas do segmento de aviação civil, a empresa acumulou grande dívida no decorrer dos últimos anos do século XX. A alta do petróleo, a oscilação do dólar em relação à moeda brasileira, os diversos planos econômicos, que fizeram aumentar e diminuir o volume de cargas e passageiros transportados a todo o momento, levaram a empresa a situação crítica. O Comandante Fontana foi retirado da administração da empresa, o governo interviu na mesma no início dos anos 90 para saneá-la e, atualmente a empresa opera de forma satisfatória, tentando reduzir custos e sair do vermelho.

A empresa operava até o final de Outubro/2001, apenas aeronaves de última geração, possuindo 03 Boeing 767-200, 02 Boeing 767-300ER (longo alcance) e 05 Boeing 737-300, num total de 10 aeronaves de baixo consumo. Isso ajuda no reequilíbro das contas e facilita a empresa a encontrar seu lucro operacional, mas por outro lado deixa a empresa endividada com leasing de valores bastante altos. As rotas para o exterior, principalmente Estados Unidos, facilitaram o equilíbrio do caixa, visto que a mesma anteriormente dependia de moeda brasileira, para pagamento em moeda estrangeira, que eram a grande maioria de suas contas. A Sadia não mantém hoje participação acionária na empresa e nem mesmo ingerência na administração e decisões do conselho de administração.

A entrada no mercado brasileiro de pequenas empresas para vôos charters e também da Gol - Linhas Aéreas Inteligentes, em Janeiro de 2001, que voa sem passivo, modernas aeronaves e menor custo operacional dificultam ainda mais, pois as mesmas podem praticar tarifas mais baratas, já que as mesmas foram liberadas pelo DAC.

A Paralisação da TransBrasil:

Em meados de dezembro de 2001, a TransBrasil encerrou provisoriamente suas atividades. Dificuldades econômicas tais como falta de capital de giro, dívidas e falta de crédito abalaram de forma fulminante a empresa, que era administrada por um genro do Comandante Omar Fontana, mais preocupado com seus próprios negócios como uma mineradora em Minas Gerais e outras atividades pessoais.

A Shell suspendeu o fornecimento de combustível e, como as demais também se negaram a abastecer as aeronaves, a empresa não viu outra forma a não ser suspender seus vôos, por enquanto de forma provisória. A empresa tem cinco meses para voltar a operar e corre o risco de perder diversas de suas rotas, à medida que outras companhias forem solicitando ao DAC - Departamento de Aviação Civil.



AERONAVES DA TRANSBRASIL E DA VASP NA ÁREA REMOTA DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA - 29.12.2005

O leasing das aeronaves estão suspensos e as aeronaves devolvidas. Para piorar a situação a TransBrasil fez uma promoção entre os meses de novembro de dezembro de 2001, concedendo descontos de até 50% nas suas passagens, deixando milhares de passageiros sem outra alternativa - muitos acreditam que foi má fé, visto que a companhia já estava "com seus dias contados". A Gol e o Grupo Varig atenderam milhares de passageiros, mas temendo outro calote também cancelaram essa parceria.

Em 22 de janeiro de 2002, a TransBrasil em nota oficial, informou que o controle acionário da empresa foi adquirido pelo empresário Dilson Prado, proprietário da Fly Brasil, radicado em Goiânia. O empresário pagou o valor simbólico de R$ 1,00 (Hum Real), assumiu R$ 910 milhões em dívidas e se comprometeu a investir perto de US$ 30 milhões para reestruturar a empresa, além de trazer para operação imediata, mais 07 (sete) aeronaves. Mas a operação foi posteriormente anulada com a não concordância da viúva do Comandante Omar Fontana - fundador da companhia. Desde então o consultor de empresas paulista Afonso de Oliva Coelho assumiu a presidência do conselho de administração da empresa e tenta encontrar uma solução para a companhia.

A empresa mantém 03 (três) aeronaves Boeing 767-200 (modelo 2Q4) fora de operação (PT-TAA, TAB e TAC) aguardando definição sobre o seu futuro próximo. A aeronave prefixo PT-TAB foi dada em garantia para a associação dos funcionários da empresa que são credores de algo próximo a R$ 10 milhões em salários atrasados. A empresa tem também, direito a um crédito de ICMS pago a maior em anos passados, da ordem de R$ 380 milhões. Negociações com o Banco Opportunity, para tentar viabilizar a companhia, aparentemente não foram bem sucedidas. Em 2003 a Infraero retomou os hangares e dificilmente a empresa voltará a operar novamente.



ÁREA REMOTA DO AEROPORTO DE BRASÍLIA - DEPÓSITO DA ECT E HANGAR DA TRANSBRASIL COM TRÊS AERONAVES, 29.12.2005


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A V I A Ç Ã O

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T A M

FROTA (19.06.2011): Total: 157 aeronaves em operação.

Aeronaves
(até 03.01.2011)
Total disponível
+ encomendas
Assentos
Peso máximo de
decolagem
Peso máximo
para pouso
Teto
operacional
Velocidade de
cruzeiro
Motores utilizados (Marca, modelo e potência por turbina)

ATR 42-300/320
05
45
16,7 t
16,4 t
25.000 pés
450 km/h
PW120 e PW 121 (turbo-hélice)

Airbus A319-132
28
144
64 t
61 t
39.000 pés
850 km/h
IAE V2524-A5 (24.000 libras) e GE CFM56-586 (23.500 libras)

Airbus A320-214/232
86
174
70 t
64,5 t
39.000 pés
850 km/h
IAE V2500-A1 (25.000 libras), IAE V2527-A5 (27.000 libras) e GE CFM56-584 (27.000 libras)

Airbus A321-231
09
220
89 t
77,8 t
39.800 pés
850 km/h
IAE V2533-A5 (33.000 libras)

Boeing 767-300ER
03
205
186 t
145 t
43.100 pés
870 km/h
GE CF6-80C286F (61.000 libras)

Airbus A330-203/223
20
223 1
230 t
180 t
41.000 pés
870 km/h
PW 4168A (68.000 libras) e GE CF6-80 E1A3 (70.000 libras)

Airbus A340-500
02
267
372 t
243 t
41.000 pés
890 km/h
RR Trent 553-61 (53.000 libras)

Boeing 777-300ER
04
362
347,8 t
251,2 t
43.100 pés
896 km/h
GE 90-115B (115.000 libras)


Assentos disponíveis simultaneamente (até 19.06.2011): 28.218 [acréscimo de 5,99% em relação a 03.01.2011 (26.622); acréscimo de 13,65% em relação a 15.06.2010 (24.827); 15,67% em relação a 11.10.2009 (24.395); e 33,20% em relação à 01.09.2008 (21.184)].
Passageiros transportados em 2008: 27.132.115 (- 18,87%) - aproveitamento pago de 71%.
Passageiros transportados em 2007: 33.445.234 (+ 54,05%) - aproveitamento pago de 71%.
Passageiros transportados em 2006: 21.710.365.

Anos 60. Pilotos se unem, cada qual com seu avião. Destino: levar passageiros e cargas entre o norte do Paraná e o sul dos Estados de São Paulo e Mato Grosso. Rapidamente os pequenos monomotores Cessna se transformaram em ferramentas essenciais para a expansão dessas regiões. Nascia a TAM, Táxi Aéreo Marília.



AIRBUS A-320 DA TAM, EM ARACAJU (SE), 14.03.2010 - EM PRIMEIRO PLANO O PR-MHQ, SÉRIE 214, FABRICADO EM 2007. AO FUNDO O PR-MZT, SÉRIE 232, FABRICANDO EM 2001 - CRÉDITO: FERNANDO TOSCANO.

Nesta época, aos 21 anos, Rolim Adolfo Amaro ingressa na TAM. Função: piloto. Seu objetivo: ser o melhor comandante da companhia. Alguns anos de trabalho em táxi aéreo levaram aquele jovem piloto a alçar vôos bem mais altos em jatos comerciais.

Segundo o Comandante Rolim, esta experiência foi frustrante. Afinal, ele sempre acreditou que o contato direto com os passageiros era fundamental para o seu trabalho. E a aviação comercial o privava disso. Seguindo sua filosofia de vida e trabalho, Rolim volta ao contato com os passageiros como piloto do BCN nas margens do Rio Araguaia.

E assim comprou seu primeiro avião, um Cessna 170 para três passageiros. Dois anos mais tarde, já possuía uma frota com 10 aeronaves, empregava 10 pilotos e um mecânico, fundando em 1971 a ATA - Araguaia Transportes Aéreos. Enquanto isso, a TAM foi vendida para o grupo Ometto e mudou-se para São Paulo. Orlando Ometto, principal acionista da TAM, passageiro e amigo de Rolim, convida o comandante para ser seu sócio. O Comandante Rolim assume a direção da TAM, modernizando sua frota e priorizando o atendimento aos clientes e a expansão da TAM.



AIRBUS A320-200 (SÉRIE 214), PREFIXO PR-MYE, RECEBIDO PELA TAM EM 26.05.2009, FOTOGRAFADO NA ÁREA REMOTA DO AEROPORTO DE BRASÍLIA EM 11.04.2010 (CRÉDITO/FOTO: FERNANDO TOSCANO)

Em 2004, Marco Antonio Bologna, que havia ocupado a vice-presidência Financeira, assume a presidência no dia 19 de janeiro. São criados os vôos noturnos, com tarifas reduzidas, conhecidos como “corujões”. A TAM também investe em conforto e lança a poltrona da Nova Classe Executiva dos vôos internacionais para Europa (Paris) e EUA (Miami). A reclinação das poltronas passa de 145º para 180º.

Com o reaquecimento da economia, a companhia volta a operar os voos diurnos para Miami e passa a operar mais três vôos semanais para Paris. Com isso, o número de freqüências para os EUA sobe para 14. Para a Europa, a TAM passa a oferecer 10 vôos semanais. Além disso, a empresa inicia uma estratégia de crescimento para a América Latina e começa a voar diariamente para Santiago do Chile no início de dezembro. Recebe também autorização do órgão regulador para operar para Lima (Peru).

No mercado doméstico, a TAM fecha uma série de acordos com companhias aéreas regionais para aumentar a sua cobertura no território nacional e oferecer novas possibilidades de conexão e de freqüências para seus passageiros. Os acordos envolvem cinco empresas: Passaredo, Ocean Air, Total, Trip e Pantanal. Com isso, a TAM passa a cobrir uma malha com 66 cidades no território nacional (sendo 41 destinos próprios).

A TAM fechou 2004 com a liderança no mercado doméstico pelo 18º mês consecutivo e um recorde histórico no mês de dezembro: 41,17% de market share. No acumulado do ano, a TAM fica com uma participação de 35,79% no setor nacional e de 14,48% no internacional. A ocupação das aeronaves acumulada no ano também atinge bons resultados: 64% no mercado doméstico e 72% no internacional. Em 2005 a TAM transportou 17.109.193 passageiros, sendo 6,85% no mercado internacional e 93,15% no mercado interno em 262.746 horas voadas e 174.917.562 quilômetros, à média de 666 km/hora.



AIRBUS A330.223 (EX-A6-EYX), Nº DE SÉRIE 232 (PT-MVA), FABRICADO EM 1998, AQUI FOTOGRAFADO NO AEROPORTO DE GUARULHOS, EM SÃO PAULO, EM 12.07.2009. FOTO/CRÉDITO: FERNANDO TOSCANO.

O Grupo TAM é formado pelas empresas: TAM Viagens - Fundada em 1998, a empresa é a operadora de viagens da TAM, que oferece pacotes completos incluindo passagem aérea, traslados, acomodação, passeios e todos os demais serviços voltados para o turismo. A TAM Viagens atende a 5 mil agências em todo o Brasil e oferece produtos para mais de 200 destinos; TAM Mercosul - Começou a operar em setembro de 1996, quando a TAM adquiriu 80% das ações da LAPSA junto ao Governo do Paraguai. A TAM Mercosur obteve concessões para rotas internacionais na América do Sul e Europa a partir de Assunção, passando a voar para Santiago, Iquique, Buenos Aires, Punta del Este, Montevidéu, Ciudad del Este, Assunción, Santa Cruz de La Sierra e Cochabamba; TAM Express - É a unidade de cargas da TAM. Fundada em 1996, a cargueira está presente em 45 aeroportos e seu serviço terrestre atinge mais de 3.000 cidades no Brasil e exterior. Utiliza para o transporte de carga todas as aeronaves em operação da TAM Linhas Aéreas e uma frota terrestre de mais de 500 veículos; e a TAM Jatos Executivos - Líder no ranking das empresas de táxi aéreo regional, realiza mais de 500 horas/vôo por mês. Com mais de 40 anos de atividade, sua frota é composta por luxuosos jatos da moderna família Citation, fabricados pela Cessna Aircraft, representada no Brasil com exclusividade pela TAM. É também a única representante na América Latina da Honeywell, empresa americana líder mundial no mercado de aviônicos para venda de componentes e serviços de manutenção. A TAM - Táxi Aéreo Marília foi a primeira empresa fora dos Estados Unidos a receber o prêmio Outstandind Sales.

Em 2006 a TAM transportou 21.710.365 passageiros, sendo 20.058.392 em rotas domésticas e 1.651.973 em rotas internacionais. Em 319.235 horas de vôo foram percorridos 214.324.369 quilômetros a uma velocidade média de 671 km/hora. No ano de 2007 a TAM iniciou as operações com o MD-11 (03 unidades), A-340 (02 unidades) e A-321 (03 unidades) e incorporou 02 A-330, 19 A-320 e 01 A-319 à frota aumentando sua oferta de assentos simultâneos em 46,78% (de 14.542 para 21.345) - 30 novas aeronaves de forma a encarar a dura competição com a GOL que encomendou dezenas de aeronaves junto à Boeing. A TAM desativou 17 Fokker 100 em 2007 e terminou o ano com apenas quatro unidades que foram vendidos entre março e setembro de 2008.

No dia 15.03.2008 a TAM recebeu mais um A320, 0 km vindo diretamente da Airbus, o 71º e o primeiro do ano de uma lista de mais doze. Segundo o fabricante francês, a TAM foi a companhia aérea que recebeu o maior número de novas aeronaves das fábricas da Airbus em 2007 (33 modelos), superando inclusive as congêneres chinesas e indianas. Com a chegada deste A320, a TAM opera não somente a maior frota de Airbus da América Latina como mantém a maior quantidade de modelos da fabricante européia na região. Entre março e setembro de 2008 a TAM adicionou à frota dez novos aviões sendo 02 A319, 05 A320, 02 Boeing 767 e 01 Boeing 777.

Utilizados nas rotas domésticas e em destinos na América do Sul operados pela TAM, os novos A19 e A320 atendem ao aumento da demanda observado nos últimos meses. No acumulado de janeiro a dezembro de 2007, o tráfego aéreo de passageiros no mercado doméstico cresceu 11,9% . No mesmo período, a TAM avançou 14% em relação ao ano anterior, segundo dados oficiais da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Foram transportados 33.445.234 passageiros, sendo 21.759.567 no mercado interno e 11.272.842 em rotas internacionais. Foram voadas 378.487 horas a uma velocidade média de 686 km/hora.

A TAM é uma companhia que, por meio de suas subsidiárias operacionais TAM Linhas Aéreas e TAM Airlines, presta serviços de transporte aéreo regular no Brasil e no exterior. A Companhia é líder no mercado doméstico de aviação, com uma participação de 46,2 % em jun/09, e em operações de passageiros no Hemisfério Sul desde o final de 2007. No intuito de consolidar sua atuação nesta região, a TAM unificou a frota de aeronaves da Tam AirLines e anunciou novas rotas dentro do continente sul americano. A Companhia poderá se beneficiar com a redução das taxas de embarque de vôos para as cidades sul-americanas, conforme pretende o governo nacional. A diminuição ou eliminação da taxa reduziria o preço das passagens estimulando as vendas.

Em 21.11.08, a ANAC publicou no Diário Oficial da União a Resolução Nº 61, que estabelece o cronograma de liberação de tarifas para passagens aéreas para todos os vôos internacionais partindo do Brasil. De acordo com a resolução, os preços das passagens de voos internacionais foram gradualmente liberados a partir de 01.01.09, se tornando totalmente livres desde 01.01.2010, sendo estabelecidos a critério de cada companhia aérea.



AIRBUS A320.232, PREFIXO PR-MZY (EX-F-WWDO, MATRÍCULA FRANCESA), FABRICADO EM 2001, APÓS O POUSO NO AEROPORTO DE ARACAJU (14.03.2010). FOTO/CRÉDITO: FERNANDO TOSCANO - PORTAL BRASIL.

A TAM fechou 2008 e 2009 como a maior transportadora brasileira e a segunda da América Latina (apenas atrás da LAN - chilena). Os dados de 2008 foram: 433.416 horas voadas, 296.882.471 quilômetros voados a uma velocidade média de 685 km/h, 27.132.115 passageiros transportados - taxa de ocupação de suas aeronaves de 73% -, 874.750.430 toneladas quilômetros de carga transportada e 261.045 voos realizados. Das empresas brasileiras a TAM foi a que menos sentiu a "crise global" do 2º trimestre de 2008. Em dezembro de 2009 a TAM comprou a empresa aérea regional "Pantanal", por R$ 13 milhões e assumiu um passivo de mais R$ 73 milhões. Em março de 2011 assinou carta de intenções para aquisição de 31% do capital da TRIP - a empresa aérea regional que mais cresce no país. Tudo isso para conter o avanço e disputar mais duramente o mercado doméstico e de rotas regionais com a GOL e a AZUL. O atual presidente da TAM é Líbano Miranda Barroso. Além de fazer parte da Star Alliance, a TAM mantém parcerias e code shares com a Air Canada, US Airways, Continental Airlines, United, TAP, Spanair, Brussels Airlines, Swiss, Lufthansa, SAS, Adria, LOT, Croatia Airlines, Austrian, Aegean, Turkish Airlines, Egyptair, South African Airways, Air China, Thai, ANA, Singapore Airlines, Air New Zealand, LAN, Passaredo e a gaúcha NHT. Em 2010 a TAM passou a fazer também operação com a Rail Europe onde, do Brasil, o cliente poderá comprar, e pagar em reais, suas viagens de trem pela Europa, diretamente do site da TAM. Outra facilidade foi fechada com o Banco Itaú onde, através do seu braço de cartões de crédito, com bandeiras Visa e Mastercard, o cliente recebe milhas no seu programa de milhagens por compras efetuadas com o cartão TAM Itaucard. Seu programa de fidelidade é administrado pela Multiplus.

Site da TAM: www.tam.com.br


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- A V I A Ç Ã O -

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S A V A S. A.


História:

A SAVA foi fundada na cidade de Belém, em 1951 e à época, sua sigla significava Serviços Aéreos do Vale Amazônico. A empresa foi fundada pelo Comandante Muniz e fazia difíceis vôos de integração na amazônia, voando entre Belém, Manaus e o interior. Na época dentre outros, o Comandante Antunes voava nos robustos "Catalina".

A manutenção cara, a falta de pistas adequadas e o pouco volume de passageiros dificultaram o crescimento da empresa. Tentando viabilizar a empresa, o então Coronel Eduardo Gomes - que posteriormente foi promovido a Brigadeiro e Ministro da Aeronáutica, além de ceder seu nome ao Aeroporto de Manaus -, conseguiu uma concessão presidencial que deu à SAVA, os direitos de explorar vôos regulares de passageiros, cargas e malas postais, no Brasil e exterior.

A SAVA passou por problemas financeiros e estruturais e ficou paralizada alguns anos, voltando posteriormente quando o grupo australiano TNT resolveu investir em transporte de carga aérea no Brasil. A TNT utilizava muitos caminhões na rota de Manaus para São Paulo e na época das chuvas as estradas da região ficavam intransitáveis, tendo assim que alugar aeronaves o que acabava por inviabilizar o custo final dos produtos. Dessa forma, resolveu adquirir uma companhia aérea.

A escolha natural recaiu sobre a SAVA que estava paralizada e tinha uma boa concessão. A empresa teve a sede transferida para São Paulo e passou a se chamar TNT SAVA S.A. O significado da sigla (Serviços Aéreos do Vale Amazônico) foi extinto. Passou a efetuar vôos apenas para o grupo, principalmente entre Manaus e São Paulo. A empresa operou vários Boeing 727.100F e 727.200F, além de um Douglas DC-8.61F, ex-Buffalo.

A empresa operou muito tempo, quando mudando seus planos estratégicos, vendeu o controle acionário a um grupo de brasileiros e uruguaios que eram proprietários de uma empresa de carga aérea, denominada Coex Inc., em Miami, Estados Unidos, comandada pelo uruguaio Juvenal Lucas D'Oliveira Velazco. Foi um período conturbado, com brigas internas e muito prejuízo causado por administradores ligados à família Velazco, que quase levaram a empresa a pedir concordata. Quando da venda para esse grupo, foi retirado o nome TNT e a empresa passou a chamar-se exclusivamente SAVA S.A.



BOEING 707.321CH DA SAVA S.A. NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS, EM SÃO PAULO


Há de se destacar que a SAVA foi a empresa responsável pelo transporte em 1994 das primeiras notas do "Real", fabricadas na Alemanha, em dois vôos diretos nonstop, entre Frankfurt e Rio de Janeiro. Devido aos problemas internos de uma conturbada administração familiar e muitas dívidas, foi resolvido a venda do capital da empresa.



O BOEING 707-300 NA ÁREA REMOTA DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS, SÃO PAULO

Um grupo de executivos e advogados, vindo de Brasília, em associação com um engenheiro aeronáutico com 25 anos de trabalho no exterior e larga experiência em aviação comercial, assumiu a empresa após 3 meses de negociações. A empresa foi completamente reestruturada, renegociação de dívidas, dos vôos e da aeronave Boeing 707.321CH que voava para a empresa, nova carteira de clientes e voltou a operar entre São Paulo-Manaus regularmente além de efetuar vôos não-regulares entre Belo Horizonte e Córdoba (Argentina), todos cargueiros. Voou também para a FIAT, Editora Abril, Sanyo, TNT e Turin Cargo. Fez vôos em parceria com a Skyjet também para Manaus e com a americana Polar Cargo, entre São Paulo e Miami (Boeing 747.100F). Além disso efetuou uma operação de vôos charters de passageiros com a mexicana Aerocancún (com Airbus A-310/200) voando entre São Paulo-Rio de Janeiro-Salvador-Málaga (Espanha) e Buenos Aires-Porto Alegre-Recife. O transporte de cargas era efetuado em Boeings 707 série 300 (somente carga paletizada).




BOEING 707.321CH DA SAVA S.A. PREPARANDO-SE PARA POUSO EM MIAMI, ESTADOS UNIDOS

Site da SAVA: www.portalbrasil.net/sava


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A V I A Ç Ã O

A V I A Ç Ã O
A V I A N C A (Ex-OceanAir)


História:

A Avianca (OceanAir Linhas Aéreas até abril de 2010) é uma companhia brasileira de aviação comercial, com sede na cidade de São Paulo. Pertence À empresa brasileira Synergy, que faz parte do Grupo Águia, também controlador das empresas aéreas Avianca, da Colômbia, e VIP S.A.

A então OceanAir iniciou suas atividades como táxi-aéreo, atendendo a executivos e operários da indústria petrolífera de Macaé e Campos dos Goytacazes (RJ). Em 2002 recebeu autorização do DAC (atual ANAC) para operar linhas em colaboração com a Rio Sul, do antigo grupo VARIG, de quem herdou rotas e aeronaves. Passou a operar cidades rejeitadas pela antiga parceira, fazendo o chamado transporte regional, para depois ampliar rapidamente sua malha.



FOKKER 100 Mk-28, PREFIXO PR-OAD, FOTOGRAFADO NO AEROPORTO DE ARACAJU (SE), EM 14.03.2010. ESTA AERONAVE FOI FABRICADA EM 1991 E INCORPORADA À FROTA DA AVIANCA EM 05.01.2006.

Adquiriu alguns aviões modelo Fokker 50, que em 2008 foram retirados de operação, e em 2004 anunciou a aquisição da empresa colombiana Avianca então propriedade do magnata Julio Mario Santo Domingo e seu grupo empresarial Bavaria, a mais antiga companhia das Américas e segunda mais antiga do mundo.

Em 2006 comprou seus primeiros Fokker 100 junto à American Airlines, mas os batizou pelo nome MK-28, talvez pela imagem negativa que o tipo deixou no Brasil após uma série de incidentes e um acidente grave (TAM, em São Paulo). Em seguida iniciou seus vôos para o exterior, para a Cidade do México, utilizando aeronaves Boeing 767-300ER e Boeing 757. Devido a baixa rentabilidade e o aumento nos custos de combustíveis, a então OceanAir encerrou estas operações e devolveu os Boeing 767 e 757.

Uma sociedade formada pela Ocean Air (49%) e Fondo de Inversiones Sustentables (51%) criou uma nova companhia aérea chamada Wayraperu que, em novembro de 2007 anunciou encomendas junto à Airbus de novas aeronaves da família A320. A Avianca também é revendedora exclusiva dos aviões Bombardier e Pilatus no Brasil, e opera como taxi-aéreo.

A OceanAir fechou 2008 como a 4ª maior companhia aérea brasileira, após TAM, Gol e VARIG, tendo transportado 1.471.791 passageiros, com taxa de ocupação de 66%. Além disso a companhia transportou 5.663.872 kg de carga nos porões dos seus 13 Fokker 100 Mk-28 e realizou 26.160 voos a uma velocidade média de 578 km/hora. A empresa voa para 20 aeroportos em 18 cidades brasileiras (no Rio de Janeiro utiliza o Galeão e o Santos Dumont e em São Paulo utiliza os aeroportos de Guarulhos e de Congonhas).

Suas treze aeronaves são arrendadas de empresas norte-americanas e foram fabricadas entre 1991 e 1993, sendo que as duas últimas foram entregues em fevereiro de 2008. Em 2009 a empresa se manteve estável e obteve bom rendimento sendo, inclusive, escolhida como a companhia que oferece ao passageiro o maior conforto, com maior espaço entre as poltronas, e o melhor serviço de bordo entre todas as empresas aéreas nacionais, segundo pesquisa realizada pela ANAC, que ouviu a opinião dos passageiros das empresas brasileiras.

De qualquer forma a então OceanAir perdeu espaço no mercado interno em 2009 com o crescimento da Azul, Webjet e TAM, além da Gol que se uniu à VARIG, fechando o ano como a 5ª maior transportadora de passageiros do país. A Avianca oferece um bom programa de milhagens denominado "Programa Amigo" onde a cada dez passagens adquiridas você ganha um trecho grátis (na prática um desconto de 10%).

Em 2010 a Avianca iniciou, logo após o carnaval, as rotas para a ponte aérea Rio-São Paulo (aeroportos de Santos Dumont e Congonhas), com os Fokker 100 e, até 2014, todos serão substituídos pela nova frota encomendada à Airbus. Foram encomendados inicialmente 03 Airbus A319-115, dois já recebidos (março e maio de 2010), e assinado protocolo para mais 10 A319, 07 A320 e 07 A330-200. (Na foto ao lado, o primeiro A319-115, prefixo PR-AVB, quando dos preparativos para a entrega à companhia - "aqui ainda na sede da Airbus". A Aeronave foi entregue no dia 05.03.2010).

Desde o início de abril de 2010 a OceanAir adotou o nome, mais conhecido, de outra empresa do mesmo grupo - Avianca - e as novas aeronaves já vieram com a nova identificação. Os demais estão sendo alterados com o novo novo.

Frota (15.06.2010): Airbus A319-115 (02); Fokker Mk28 F-100 (14). Encomendado: 01 Airbus A319-115. Total (com encomendas): 17 aeronaves.

Site da AVIANCA: www.avianca.com.br - Central de reservas: 4004.4040 ou 0300.789.8160.


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A V I A Ç Ã O

A V I A Ç Ã O
G O L

FROTA (19.06.2011): Total em serviço: 98 aeronaves.
Aeronaves de passageiros: Boeing 737.700 (Configuração: 144 assentos, 34); e Boeing 737.800 (Configuração básica: 183 assentos, 64). Encomendas para entrega em curto prazo: 07 Boeing 737.800 (modelo 8EHW) e 01 Boeing 737.700 (modelo 7EHW). Total de lugares disponíveis simultaneamente: 16.608 (acréscimo de 7,55% e, relação à 15.06.2010, quando possuía, disponíveis, 15.441 lugares; acréscimo de 9,82% em relação à 11.10.2009 quando possuía, disponíveis, 15.123 lugares, e acréscimo de 68,26% em relação à 31.12.2006 quando possuía, disponíveis, 9.870 lugares). - Em 2010 devolveu 3 B737.300 e 1 B737.700 (substituindo-os por 5 B737.800) e, em 2011, os 03 B737.300 restantes (com configuração de 141 assentos).
Passageiros transportados em 2008: 15.798.554 (- 22,19%) - aproveitamento pago de 66%.
Passageiros transportados em 2007: 20.306.538 (+ 27,06%) - aproveitamento pago de 67%.
Passageiros transportados em 2006: 15.981.022.

Conheça aqui a frota completa da GOL

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes é empresa low cost low fare (baixo custo, baixa tarifa) do Brasil. Pertence ao Grupo Áurea que é constituído por 38 empresas e sob a direção do empresário Constantino de Oliveira Júnior, herdeiro do império.



BOEING 737.800, SÉRIE 8EHW, PREFIXO PR-GTI, FOTOGRAFADO NO AEROPORTO TOM JOBIM (GALEÃO), EM 13.02.2009. ESTA AERONAVE ENTROU EM SERVIÇO NA GOL EM 11.11.2006. (FOTO: FERNANDO TOSCANO)

A empresa possui seus moldes na empresa norte-americana Jet Blue, que visa o mercado de quem viaja a negócios mas deseja qualidade e preço baixo. Tudo isso é possível por causa das reduções dos custos. Terceirizou tudo, do atendimento em terra à manutenção.

A Gol opera atualmente em 63 cidades (12 no exterior), contra 60 cidades em dezembro de 2007 contra 51 em fevereiro/2007, 39 em meados de 2005, 33 em setembro de 2004 e 14 em outubro de 2001. Em 2005 a GOL iniciou suas rotas internacionais com vôos para a Argentina (Buenos Aires) e em dezembro de 2007 já atendia a nove cidades no exterior (América do Sul e Central).

A filosofia da Gol está conquistando os passageiros de grandes companhias, pois além de oferecer preços em média 25% mais baixos que as demais empresas nacionais, possui uma equipe qualificada e preocupada no bem estar do passageiro. O serviço de bordo não é sofisticado - em alguns trechos são servidos apenas sanduíches frios, barra de cereais, snacks, refrigerante e água. Em 2005 a GOL transportou, segundo dados da ANAC, 11.439.468 passageiros, voou 155.461 horas, voando 85.919.869 quilômetros à uma velocidade média 553 km/hora, se tornando assim a segunda maior transportadora doméstica, atrás da TAM, e superando a VARIG, inclusive.



BOEING 737.800 (SÉRIE 8EHW), PREFIXO PR-GGX, RECEBIDO EM 18.02.2010, FOTOGRAFADO NO AEROPORTO DE BRASÍLIA, EM 11.04.2010, SE PREPARANDO PARA A DECOLAGEM (FOTO/CRÉDITO: FERNANDO TOSCANO)

A venda das passagens se dá através da internet, via telefone, balcões da empresa e em agências de turismo. Foram banidos os papéis (bilhete), o passageiro necessita ter apenas o código da reserva para fazer o check-in. Além disso a empresa presta um serviço muito interessante que é o sistema "dê seu lance", podendo arrematar passagens bem mais baratas - através do site da empresa. Em 2004 a companhia apresentou um lucro líquido por ação em 2004 de R$ 2,14 no mercado acionário brasileiro e de US$ 1,46 no norte-americano (ADS). No ano (2004), a taxa média de ocupação das aeronaves foi de 73,3%, 6,7 pontos percentuais a mais do que em 2003. A Gol terminou 2004 com disponibilidade de caixa de R$ 849,09 milhões, contra R$ 142,29 em 2003 - 480% a mais. Já em 2006 o lucro da Gol apresentou crescimento de 61,2% em 2006 sobre 2005. Nos 12 meses de 2006, a Gol teve um lucro de R$ 684 milhões. O desempenho positivo se deu mesmo com a queda de um Boeing 737-700 e o aumento de custos com o caos nos aeroportos no final de 2006. A Gol teve lucro líquido de R$ 193 milhões no quatro trimestre do ano passado, quando a crise no sistema de controle de vôos brasileiros atingiu seu ápice. O resultado representa um crescimento de 27,7% sobre o mesmo período de 2005. A receita operacional líquida, entretanto, teve um crescimento de 23,2% no quarto trimestre e atingiu R$ 1,012 bilhão. Já os custos e despesas operacionais avançaram 42,7%, para R$ 951,62 milhões. O resultado operacional da empresa registrou queda de 60,9%, para R$ 60,4 milhões, compensado pelo aumento do resultado financeiro líquido (positivo em R$ 156,2 milhões) e pelo resultado não-operacional (R$ 22,953 milhões).

Em 2006 a GOL transportou 15.981.022 passageiros, sendo 14.855.367 em rotas domésticas e 1.125.655 em rotas internacionais. Em 227.768 horas de vôo foram percorridos 130.079.809 quilômetros a uma velocidade média de 571 km/hora e teve um lucro de R$ 684,47 milhões. Em 2007 esse lucro caiu para R$ 286,53 milhões, principalmente em função das despesas com sua nova controlada, a VARIG. Em 2007 foram transportados 20.306.538 passageiros, sendo 17.817.468 em rotas nacionais (+ 19,93%) e 2.489.070 em rotas internacionais (+ 121,12%). Em 317.914 horas de voo foram percorridos 175.358.668 quilômetros a uma velocidade média de 552 km/hora.

Em consonância com os seus objetivos empresariais, a GOL, mais uma vez, revolucionou a aviação brasileira quando adquiriu a VRG Linhas Aéreas, operadora da marca VARIG, em 28 de março de 2007. A aquisição foi um dos passos mais importantes na história da GOL: permitiu que a Companhia expandisse sua cobertura no mercado e capacidade operacional, oferecendo serviços diferenciados para destinos estratégicos com elevado volume de passageiros de negócios.

Desde o final de 2008 a GOL reestruturou seu plano de frota visando aliar a renovação de suas aeronaves ao crescimento disciplinado de sua oferta, que contribui para redução dos custos de manutenção. Dos 92 pedidos firmes com a Boeing para entrega entre 2009 e 2014, foram redistribuídas as entregas de 20 aeronaves originalmente previstas para 2010 e 2012 para o período entre 2011 à 2014.



BOEING 737.700, SÉRIE 7Q8, PREFIXO PR-GIK, FOTOGRAFADO NO AEROPORTO TOM JOBIM (GALEÃO), EM 13.02.2009. ESTA AERONAVE ENTROU EM SERVIÇO NA GOL EM 30.11.2006. (FOTO: FERNANDO TOSCANO)

Cabe lembrar que a GOL realizou reorganização societária das suas subsidiárias GTA e VRG, e desde outubro/08 opera com as duas marcas reunidas em uma única companhia. Desta forma a Gol vem eliminando rotas sobrepostas e reduzindo o quadro de funcionários administrativos, na tentativa de cortar custos e assentos para aumentar a taxa de ocupação de suas aeronaves e a rentabilidade da operação. Eliminou também todas as rotas de longo curso, focando as operações nas rotas domésticas e para a América Latina onde apresenta melhor desempenho. Com a eliminação das rotas sobrepostas, abriu espaço para a criação de vôos para locais ainda não atendidos, e que poderão lhe garantir ganho de market share. Por outro lado, fica a dúvida se estes destinos apresentam demanda suficiente para serem rentáveis.

A GOL fechou 2008 com os seguintes números: 15.329.489 passageiros transportados, com taxa de ocupação de suas aeronaves de 66%, 218.795 horas voadas, 139.589.272 km voados, velocidade média de suas aeronaves de 638 km/h, 257.094.349 toneladas quilômetros de carga transportada e 161.004 voos realizados. O Grupo GOL/VARIG é o segundo maior do país e o terceiro da América Latina após a Lan (Chile) e TAM. No final de 2009 a GOL conseguiu a liberação, junto a bancos europeus, pagando a Libor mais 2,75% ao ano, de cerca de US$ 150 milhões em recursos para garantir seus investimentos para 2010.

Desde 04 de outubro de 2009 a GOL passou a fazer voos regulares para a Venezuela e Aruba utilizando os novos Boeing 737.800 com capacidade para 183 passageiros. Em 01.10.2009 a GOL tinha valor de mercado estimado em R$ 4,085 bilhões segundo a empresa de consultoria econômica Lopes Filho. Até junho de 2011 a GOL possuía 18.706 funcionários, efetuava 900 pousos e decolagens diários, servindo 63 cidades (12 no exterior) e com participação de mercado de 36,47% (interno) e 9,98% (internacional) - dados de abril/2011 (ANAC). Em junho a GOLLOG, braço cargueiro e de pequenas encomendas da GOL, que representa 3% do faturamento global da companhia, atingiu 100 cidades servidas ao inaugurar a filial de Anápolis (GO).



BOEING 737.800 DA GOL, MODELO 809, PREFIXO PR-GIT, ENTREGUE EM 08.08.2008, AQUI FOTOGRAFADO NO AEROPORTO DE RECIFE EM 12.02.2010 - FOTO: FERNANDO TOSCANO (PORTAL BRASIL).

Site da Gol: www.voegol.com.br


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História:

A promoção “Você Escolhe” foi lançada em Março de 2008 com a intenção de escolher o nome da mais nova empresa aérea do país. Contou com mais de 108 mil cadastros e 157.528 votos, quando foram escolhidas 10 sugestões de nome. A disputa ficou entre Samba (ligeiramente mais votado) e Azul. Ao final, o grupo de executivos liderado por David Neeleman escolheu Azul – Linhas Aéreas Brasileiras S.A.

A competição foi tão acirrada entre as opções Azul e Samba que a empresa decidiu premiar com um passe vitalício tanto o internauta que enviou pela primeira vez o nome “Azul”, quanto o que primeiro sugeriu “Samba”. Vitor Buzzone Varejão (Azul) e João Souza Dias Garcia (Samba) viajarão de graça, com um acompanhante, pelo resto de suas vidas, nos jatos da Azul. Além desses dois grandes vencedores, outros 2.000 internautas também foram premiados.

Assim foi selado o nome dessa nova companhia aérea brasileira. Oito meses mais tarde um avião da Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. sobrevoou, na tarde do dia 05.11.2008, a sede da empresa em Alphaville, comemorando o fato de ser a primeira aeronave da empresa pronta para começar a voar. O procedimento, realizado por volta das 14h10, foi autorizado pelo Centro de Controle do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).

A aeronave Embraer 190, prefixo PR-AZL, comandada pelo diretor de operações da empresa, Álvaro Neto, decolou de Gavião Peixoto, interior de São Paulo, onde fica a a fábrica, às 13h36, com destino a Campinas, Aeroporto de Viracopos, onde pousou às 14h35.

Já foram encomendadas 40 aeronaves Embraer com opção de compra para outras 36. Adicionalmente, para acelerar sua entrada no mercado brasileiro, arrendou duas aeronaves Embraer 190 nos Estados Unidos, da Jet Blue (da qual o proprietário da Azul é presidente do Conselho de Administração) que serviram inicialmente para para atividades de treinamento e aperfeiçoamento de pilotos e comissários de bordo. A entrega da primeira aeronave nova pela Embraer aconteceu no final de dezembro de 2008 e a expectativa é receber uma por mês ao longo de três anos, chegando a 42 aeronaves no final de 2012.

Em 12 de novembro de 2008 a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) emitiu o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (CHETA) para a Azul e esta iniciou suas operações em 15 de dezembro do mesmo ano. As duas primeiras rotas da companhia, com sede em Campinas (Aeroporto de Viracopos), foram Campinas-Salvador e Campinas-Porto Alegre (ida e volta). O início das vendas de passagens esteve sujeito a aprovação dos "horários de trânsito" aéreo (HOTRAN).



No dia 27 de novembro, a empresa assinou um contrato de conteúdo total, de longo prazo, com a Sabre Travel Network, com o objetivo de oferecer alcance global e otimizar seus recursos de distribuição por meio da disponibilização das tarifas e do inventário aos viajantes, às corporações e às agências Sabre de todo o mundo, através do Sistema de Distribuição Global (SDG).

Entre 02 e 05 de dezembro de 2008 a empresa promoveu uma série de roadshows por oito cidades brasileiras (Brasília, Curitiba, Campinas, Rio de Janeiro, Vitória, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre). Em cada um dos destinos, os agentes de viagem participaram de um sobrevôo de 45 minutos, em conjunto com representantes da diretoria da empresa. No vôo, todos conheceram o serviço de bordo, os uniformes e os diferenciais da companhia aérea, como poltronas em couro ecológico, dispostas dois a dois, e o espaço interno.

O primeiro avião, novo, recebido diretamente da fábrica, Embraer, modelo 195, foi entregue dia 11 de dezembro de 2008. No seu primeiro dia de operação a companhia obteve a taxa média de ocupação de 62%. Na rota Campinas-Salvador embarcaram 90 passageiros e no retorno, 59. Na rota Campinas-Porto Alegre, 51 embarcaram e 64 retornaram. Foram utilizadas aeronaves Emb-190, arrendadas, com capacidade para 106 lugares (26 fileiras com 4 poltronas e a última com 2 poltronas). Com esses números, a empresa superou a taxa necessária para cobrir os custos de operação. No final de dezembro de 2008 haviam oito freqüências diárias para Salvador e dez para Porto Alegre.

O jato escolhido para equipar a frota, o Embraer 195, não é apenas o mais confortável ou o mais avançado avião na categoria. Na configuração escolhida pela Azul, é uma das mais seguras aeronaves em operação em todo o mundo. Cada um deles será equipado com dois dispositivos moderníssimos, os HUD – Head Up Displays – que permitirão um significativo aumento na segurança operacional. Eles funcionam projetando informações fundamentais sobre os vidros adiante dos pilotos. Desta forma, eles podem trabalhar com mais segurança, sobretudo em condições de baixa visibilidade. A Azul será a única no mundo a operar com HUDs duplos, para ambos os pilotos, em 100% da frota.

Até 31 de dezembro de 2008 a empresa já contava com 900 funcionários (chamados tripulantes, independentemente se de terra ou de ar) e cinco aeronaves (02 Emb-190 arrendados e 03 Emb-195 novos, vindos diretamente da Embraer). O programa de fidelização da empresa se chama Tudo Azul onde para cada passagem acima de R$ 100,00 haverá um bônus de 5%. A partir de R$ 25,00 acumulados o passageiro já pode pedir a bonificação ao adquirir novos bilhetes. Em 11.10.2009 a companhia já operava 12 aeronaves (07 EMB-190 para 106 passageiros e 05 EMB-195 para 118 passageiros e aguarda a entrega de mais dois EMB-190 até o final do ano), voando para 14 cidades.

A partir de 14 de janeiro de 2009 duas novas rotas se integraram à companhia (Campinas-Curitiba e Campinas-Vitória, ida e volta). A Azul contabilizou 200 milhões de dólares para começar a operar no Brasil. Desta forma tornou-se a companhia mais capitalizada (em sua fundação) da história da aviação mundial. Foram encomendadas 42 aeronaves e outras 36 em opção de compra, todas da Embraer. O valor total do negócio pode chegar a US$ 3 bilhões, caso todas as opções de compra se confirmem. Ainda em virtude de acelerar sua entrada no mercado brasileiro, a Azul arrendou duas aeronaves Embraer 190 nos Estados Unidos, utilizadas para treinamento e aperfeiçoamento de pilotos e comissários de bordo.

O planejamento de frota da companhia prevê a entrega de novas aeronaves ao longo de três anos, chegando a 42 unidades no final de 2011 e 78 ao final de 2013. Em 18 de fevereiro de 2009 a Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. informou ao mercado que contratou a BR Aviation para ser a fornecedora exclusiva de combustíveis pelos próximos três anos. O acordo foi assinado após um período de negociações, iniciado em março de 2008, e prevê o fornecimento de querosene de aviação (JET A-1), além de prestações de serviço, tais como destanqueio de aeronaves e operação de painéis. Também já iniciou seu web check-in (check-in de passageiros pela internet).

Proprietário - David Neeleman (brasileiro, nascido em São Paulo e presidente do Conselho de Administração da JetBlue).
Presidente - Pedro Janot (ex-diretor do Grupo Pão de Açúcar)
Vice-Presidente - Miguel Dau (ex-diretor da VARIG e ex-presidente da Flex; comandante de aeronaves)
Vice-Presidente de Marketing - Trey Urbahn
Diretor de Marketing - Gianfranco Beting (ex-diretor da GOL)
Diretor de Operações - Álvaro Neto
Diretor de Tecnologia - Paulo Nascimento.

A Azul fechou 2008 (um mês de operações) com cinco aeronaves voando (03 EMB-195AR e 02 EMB-190AR), realizando 236 voos em 408 horas voadas, 272.020 km voados à uma velocidade média de 667 km/h, 231.751 passageiros transportados e 40.801 toneladas quilômetros de carga transportada. Em 2009 a Azul foi a empresa aérea brasileira que mais cresceu proporcionalmente, recebendo oito novas aeronaves da EMBRAER, totalizando 13 aviões (08 EMB-190AR e 05 EMB-195AR) e mais duas EMB-190LR encomendadas. Além disso assumiu a 4ª posição no mercado brasileiro de passageiros atrás da TAM, GOL/VARIG e Webjet. Até novembro foram transportados 1.862.268 passageiros (79,2% de taxa de ocupação - a maior entre as grandes empresas) e participação de 3,71% do mercado interno - excelentes números para empresa com um ano de atividades. Em novembro de 2009 a AZUL fechou com 85.42% dos seus lugares ocupados, estando bem próxima do total de passageiros transportados pela Webjet, que opera 8 aeronaves - maiores - a mais.

Frota (15.06.2010): EMB-195 (08); EMB-190 (10). Encomendadas: 06 EMB-195. Total (com encomendas): 24 aeronaves, todas fabricadas pela Embraer. Foram adquiridas novas aeronaves ATR-72, 0 km, mas o contrato ainda não foi assinado.




Embraer ERJ-190-100GW 190AR, prefixo PR-AZL, fotografado no Aeroporto Salgado Filho, Porto Alegre, em 25 de julho de 2010 (Foto/Crédito: Fernando Toscano, Portal Brasil).

A história de David Neeleman:

Nascido em São Paulo, David Neeleman é filho de americanos e morou no Brasil até completar 05 anos de idade, quando retornou para Salt Lake City nos Estados Unidos com sua família. Começou sua vida profissional vendendo pacotes turísticos para o Havaí entre seus colegas de faculdade e devido ao sucesso logo foi convidado para trabalhar na Morris Travel, uma agência de viagens em Salt Lake. Pouco depois, passou a operar aeronaves, fundando sua primeira companhia aérea, a Morris Air – comprada pela Southwest na seqüencia. Ainda nesta época, Neeleman e sua equipe implantaram pela primeira vez o sistema de E-Tkts, uma idéia revolucionária para a aviação.

David implementou a Live TV (empresa que produz e opera um sistema de TV ao vivo especialmente desenhado para aviões) e teve participação direta na Open Skies (uma companhia voltada para a administração de receita, recursos e reservas com base na internet). No Canadá, começou a desenvolver e aplicar suas idéias inovadoras na WestJet. Em questão de anos, transformou a companhia em mais um caso de notável sucesso: hoje a Westjet é a segunda maior empresa aérea do Canadá. Em 1999, apresentou sua mais genial criação: a JetBlue, eleita desde 2001 a “Melhor Companhia Aérea em Vôos Domésticos” nos Estados Unidos. David Neeleman promete usar de toda a sua experiência e paixão pelo setor para fundamentar uma empresa aérea brasileira de classe internacional, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras.

No dia 22 de janeiro de 2010 foi anunciado que o Texas Pacific Group (TPG), gestor norte-americano de fundos, da ordem de US$ 45 bilhões, comprou 10% da Azul. Até aquela data a Azul já havia investido US$ 235 milhões desde o seu lançamento. O TPG não injetou dinheiro novo na empresa. A negociação foi fechada com dois fundos de investimento que venderam suas participações para o gestor americano. Além da Azul, o TPG tem investimentos em empresas como a Continental Airlines e a Ryanair. David Neeleman anunciou, nos Estados Unidos, que a Azul transportou em seu primeiro ano de atividades 2,2 milhões de passageiros. De acordo com o executivo a Azul é a primeira companhia aérea do mundo a alcançar essa marca em seu primeiro ano de atividades.

Site da AZUL: www.voeazul.com.br - Central de atendimento (11) 3003.2985 (3003 AZUL).


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ÚLTIMAS ESTATÍSTICAS OFICIAIS DISPONÍVEIS (*)

Principais
Companhias Aéreas
Aeronaves (31.12.2009)
Uso + Encomendas
Passageiros (2008)
Aproveitamento
Cargas (2008)
**
Voos Realizados
(2008)
Kms Voados
(2008)
Horas Voadas
(2008)
Velocidade
Média (2008)

1) TAM
132 + 08
27.132.115 (73%)
874.750.430
261.045
296.882.471
433.416
685

2) Gol
93 + 06
15.329.489 (68%)
257.094.349
161.004
139.589.272
218.795
638

3) VARIG
20 + 00
8.717.299 (59%)
188.565.999
103.457
104.906.362
164.755
637

4) Avianca (OceanAir)
13 + 00
1.471.791 (66%)
29.484.092
26.160
19.942.640
34.510
578

5) Trip
26 + 09
1.428.741 (63%)
5.663.872
42.204
15.899.075
42.793
372

6) Webjet
21 + 01
974.437 (67%)
19.592.422
14.473
12.767.382
19.767
646

7) Azul ***
13 + 02
231.751 (44%)
40.801
236
272.020
408
667

8) Pantanal
05 + 00
205.454 (56%)
711.330
10.753
3.100.522
9.214
337

9) Passaredo
10 + 02
146.357 (53%)
1.012.915
10.371
5.441.482
11.121
489

10) Total
08 + 01
146.338 (80%)
4.642.811
7.458
4.141.006
8.270
501

11) TAF Linhas Aéreas
10 + 00
85.299 (64%)
35.710.349
4.738
4.149.917
6.194
670

12) ABSA
02 + 00
0
354.715.458
1.961
8.403.610
10.556
796

13) VARIG LOG
06 + 00
0
187.008.032
4.861
7.607.506
10.723
709

14) Master Top
02 + 00
0
92.187.858
631
1.611.885
1.991
810

15) Skymaster
04 + 00
0
9.042.958
183
258.710
634
408

BRASIL - TOTAL
644 + 42
56.204.766 (69%)
2.062.084.950
682.393
634.194.830
1.002.514
633


Observações importantes da tabela acima:
(*) Classificação por ordem de passageiros transportados (para dados completos faça o download abaixo)
(**) Toneladas quilômetros de carga transportada.
(***) A Azul iniciou operações em dezembro de 2008.


Leia aqui:

A história da aviação civil
A história da aviação civil brasileira
Principais aeroportos do Brasil e do mundo
Curiosidades
(Distância entre aeroportos, "estórias" da aviação,
fotos de acidentes, comparativo das aeronaves, etc!!!)


Escuta aérea:

Radar com controle de tráfego aéreo - Guarulhos / Congonhas (SP)
(CLIQUE EM "RADAR")
Bankstown Airport - Sidney, Austrália



Panorama completo da aviação brasileira em 2010 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
(*) ARQUIVO ".PDF" - NECESSITA DE LEITOR DE ".PDF" TIPO ACROBAT READER, 69 PÁGINAS, 2,51 Mb
Panorama completo da aviação brasileira em 2009 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
(*) ARQUIVO ".PDF" - NECESSITA DE LEITOR DE ".PDF" TIPO ACROBAT READER, 84 PÁGINAS, 19,30 Mb
Panorama completo da aviação brasileira em 2008 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
(*) ARQUIVO ".ZIP" - NECESSITA DE UM DESCOMPACTADOR, 142 PÁGINAS, 3,90 Mb
Panorama completo da aviação brasileira em 2007 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
(*) ARQUIVO ".ZIP" - NECESSITA DE UM DESCOMPACTADOR, 106 PÁGINAS, 0,90 Mb
Panorama completo da aviação brasileira em 2006 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
(*) ARQUIVO ".ZIP" - NECESSITA DE UM DESCOMPACTADOR, 97 PÁGINAS, 0,98 Mb
Panorama completo da aviação brasileira em 2005 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
(*) ARQUIVO EM ".PDF" - NECESSITA DO ACROBAT READER PARA LEITURA - 103 PÁGINAS, 1,48 Mb
Panorama completo da aviação brasileira em 2004 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
Panorama completo da aviação brasileira em 2003 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI
Panorama completo da aviação brasileira em 2002 (dados oficiais) ==> CLIQUE AQUI

Relação dos principais aeroportos brasileiros ==> CLIQUE AQUI
Quadro comparativo com aeronaves comerciais a jato ==> CLIQUE AQUI
Comparativo Boeing x Airbus: As aeronaves mais vendidas ==> CLIQUE AQUI
Companhias aéreas identificadas por sites, continentes e códigos ==> CLIQUE AQUI
Conheça o aeroporto de Pequim inaugurado em 2008 para as Olimpíadas da China ==> CLIQUE AQUI
Veja aqui um documentário sobre o Aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro) ==> CLIQUE AQUI (."ppt" - 5,69 Mb)

Aeroporto de Funchal (Ilha da Madeira) ==> CLIQUE AQUI
Veja aqui "on-line" os horários de chegada/partida de vôos no Brasil ==> CLIQUE AQUI
Centenário do Demoiselle - Por Comandante Fernando Lins ==> CLIQUE AQUI (".doc" - 1,41 Mb)
Vídeo com aproximação e pouso na pista 09L no Aeroporto de Guarulhos "sem teto" e contra o sol ==> CLIQUE AQUI (2,94 Mb)
Vídeo com a simulação de pouso do Airbus A320 no Rio Hudson (Washington) com áudio entre a cabine e a torre (2009) ==> CLIQUE AQUI (7,13 Mb)

Matéria (01.08.2007): Acidente da TAM e as consequências dele ==> CLIQUE AQUI
Matéria (01.02.2011): "Faltarão milhares de pilotos nos próximos anos" ==> CLIQUE AQUI
Coluna (16.09.2004): Transporte Aéreo Brasileiro - Um setor diferente e produtivo ==> CLIQUE AQUI
Matéria (16.10.2004): A História do Voo dentro da Cronologia do Tempo - De 1500 a 2004 ==> CLIQUE AQUI
Matéria (01.04.2007): Overbooking - O impressionante bastidor do colapso aéreo brasileiro ==> CLIQUE AQUI



AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS (SP) - EM PRIMEIRO PLANO:AIRBUS A340 DA SWISS. AO FUNDO A340 DA AIR PORTUGAL E BOEING 747.400 DA LUFTHANSA - 04.08.2009 (FOTO/CRÉDITO: FERNANDO TOSCANO)

"Como se tornar um piloto de aviões:"

Curso de Piloto Privado - Avião:

Na preparação de pilotos para a aviação civil, o curso de piloto privado - avião (PP-A), embora não se destine à preparação profissional, constitui-se objeto de estudo e padronização no âmbito do sistema de aviação civil, por se tratar de preparo básico para os outros níveis da carreira, tais como piloto comercial e piloto de linha aérea.

Neste curso, o aluno terá várias atividades, tais como conhecimentos técnicos das aeronaves, meteorologia, navegação aérea, teoria de vôo - aerodinâmica, regulamento de tráfego aéreo, segurança de vôo, sistema de aviação civil, medicina aeroespacial, palestras e visitas programadas nas organizações ligadas à aviação.

Requisitos para inscrição de candidatos ao curso de piloto privado:

a) idade mínima - 18 anos, a serem completados até a data do exame prático da ANAC para a obtenção da Licença de Piloto Privado - Avião. Entretanto, o candidato poderá: cursar a parte teórica com 16 anos; iniciar o vôo com 17 anos devidamente autorizado pelos pais; prestar o exame e obter a Licença de Piloto Privado para voar, com 18 anos completos;

b) Nível mínimo de escolaridade - 1° grau completo, realizado em estabelecimento de ensino público ou privado devidamente autorizado.

Documentação:

No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:

Candidatos brasileiros: ficha de inscrição/matrícula preenchida; carteira de identidade (maiores de 18 anos) ou certidão de nascimento (menores de 18 anos); comprovante de conclusão do 1° grau ou equivalente; título de eleitor; cpf dos candidatos maiores de 18 anos ou do responsável pelo candidato menor; certificado de reservista ou de alistamento militar; e duas fotos 3 x 4 recentes.

Candidatos estrangeiros: ficha de inscrição/matrícula preenchida, comprovante de conclusão do 1° grau ou equivalente; título de eleitor; duas fotos 3 x 4 recentes, além do documento de identificação pessoal (passaporte ou registro nacional de estrangeiro).

Duração do curso: Em média 04 (quatro) meses.

Curso de Piloto Comercial - Avião:

O curso de Piloto Comercial - Avião, é uma continuidade do curso de Piloto Privado e dá início à parte profissional como piloto, permitindo a você voar e ser remunerado. Você está iniciando sua carreira como piloto e seu passo seguinte será o de Piloto de Linha Aérea, que lhe permitirá voar como piloto na aviação de linha aérea regular. É a maior licença que você obterá nesta profissão, a de PLA (Piloto de Linha Aérea).

Neste curso o aluno terá várias atividades, tais como: conhecimentos técnicos das aeronaves; meteorologia; navegação aérea - 2ª parte; teoria de vôo - aerodinâmica de alta velocidade; regulamentação de tráfego aéreo - IFR; segurança de vôo; sistema de aviação civil; medicina aeroespacial; palestras e visitas programadas nas organizações ligadas à aviação.

Requisitos:

Idade mínima de 18 anos, nível de escolaridade 2° grau completo, realizado em estabelecimento público ou privado devidamente autorizado e experiência como piloto - ser portador da Licença de Piloto Privado - Avião.

Documentação necessária:

No ato da inscrição o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:

Candidatos brasileiros: ficha de inscrição/matrícula preenchida; carteira de identidade; comprovante de conclusão do 2° grau ou equivalente; título de eleitor; cpf; certificado de capacidade física 1ª classe; certificado de reservista ou de alistamento militar; e duas fotos 3 x 4 recentes.

Candidatos estrangeiros: ficha de inscrição/matrícula preenchida; licença especial concedida pela ANAC, conforme legislação em vigor; e duas fotos 3 x 4 recentes.

Duração do curso: Em média 04 (quatro) meses.

Curso de Piloto de Linha Aérea - Avião:

Objetivo geral do curso:

O curso de Piloto de Linha Aérea - Avião, propõe-se a fornecer subsídios teórico-práticos fundamentais destinados a capacitar o aluno para atuar como piloto em comando de aviões em serviços de transporte aéreo, com eficiência e segurança, na qualidade de representante da empresa e do país de origem.

Assim sendo, o curso foi concebido de maneira a contribuir para:

a) ampliar os conhecimentos gerais do piloto com relação ao contexto em que atua, fornecendo-lhe subsídios básicos sobre o Sistema de Aviação Civil;

b) capacitar o piloto a responder às exigências da evolução tecnológica, no comando de aeronaves de última geração, proporcionando-lhe revisão, atualização e ampliação de conhecimentos técnicos e científicos;

c) ampliar a compreensão do piloto a respeito da influência do fator humano na segurança do voo;

d) capacitar o piloto a administrar eficazmente os recursos na cabine de comando, propiciando-lhe o desenvolvimento de habilidades pertinentes à competência interpessoal.

Para que um aluno possa fazer matrícula no curso, deverá possuir licença de PC-Avião, possuir habilitação atualizada em vôo por instrumentos ou estar matriculado em curso homologado para esta habilitação.

Considerando que o curso contém assuntos cuja complexidade exige do aluno um nível elevado de conhecimentos e experiência e que visa a capacitar o piloto para exercer a função de comando, objetivo cuja consecução requer que seja o mais curto possível o espaço de tempo decorrido entre o término do curso e o exercício da função, a fim de que não se percam os conhecimentos adquiridos, a entidade de instrução profissional deverá dar prioridade aos candidatos que tenham atingido as metas exigidas no RBHA-61 (ANAC) para concessão de licença de PLA-Avião ou que venham a atingi-las até o final do curso.

Poderão, também, matricular-se no curso, pilotos portadores de Licença de Piloto de Linha Aérea - Avião, com vista ao seu aperfeiçoamento profissional.

Este curso é de fundamental importância para aqueles que se propõem operar a nível de comandante em linhas aéreas de transporte de passageiros. Aprende-se as técnicas modernas dos sistemas de aeronaves até os aspectos organizacionais, jurídicos e de segurança da aviação civil.

Duração do curso: Em média 04 (quatro) meses.


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